sexta-feira, 22 de agosto de 2014

É preciso viver o amor

Dos filmes, novelas, contos de amor, em tudo sempre torci por finais felizes. Não fazia diferença entre ficção e realidade. Por mim teria que ser assim. Bastava fechar o capitulo e pronto.
Onde ficaram o romantismo daqueles tempos de outrora? – Me pergunto.
As músicas, tão poucas do amor sentido, o que querem dizer agora? – Insisto.
Quem sabe aquelas mãos que um dia apertaram as nossas quisessem dizer “adeus”, e não, “prazer em conhecer” ou simplesmente “até logo”...
Chega uma hora em que bate a angustia da espera e nos obrigamos a ir atrás, sabendo que, se não procurarmos a felicidade correremos o sério risco de não encontra-la. Perseveremos então. Estejamos prontos para reconhecê-la caso passe por nós.
Hoje os finais felizes dos contos de amor ainda permanecem, só que escritos num imaginário papel. E, são por estes pequenos fragmentos que ficamos sabendo que ainda existe amor. O amor que falta-nos a coragem de vivê-lo. Talvez por isso a felicidade tenha receio em se manifestar.
Ela, esperando por nós... Nós, esperando por ela...

A: Ligia.

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