sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A Ratoeira


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e a esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me, senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi ao porco e disse-lhe:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo qe o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se, então, a vaca. Ela lhe disse:
O que, senhor Rato, uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando uma vitima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não vira que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Lá o medico aplicou o soro, mas exigiu que a mulher seguisse uma dieta alimentar. Assim que chegou em casa, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal da canja de galinha que serviria a esposa.
Muitos amigos e vizinhos foram visitar a mulher enquanto ela estava em repouso e, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco e deu de comer. Quando finalmente a mulher melhorou, o fazendeiro resolveu fazer um churrasco e, para alimentar todos os convidados, matou a vaca.
Moral da historia: “Jamais imagine que o problema dos outros não lhe diz respeito. Lembre-se de que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco”.
A: Desconheço autoria. (Se alguém souber e quiser dizer-me, obrigada).


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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

É preciso viver o amor

Dos filmes, novelas, contos de amor, em tudo sempre torci por finais felizes. Não fazia diferença entre ficção e realidade. Por mim teria que ser assim. Bastava fechar o capitulo e pronto.
Onde ficaram o romantismo daqueles tempos de outrora? – Me pergunto.
As músicas, tão poucas do amor sentido, o que querem dizer agora? – Insisto.
Quem sabe aquelas mãos que um dia apertaram as nossas quisessem dizer “adeus”, e não, “prazer em conhecer” ou simplesmente “até logo”...
Chega uma hora em que bate a angustia da espera e nos obrigamos a ir atrás, sabendo que, se não procurarmos a felicidade correremos o sério risco de não encontra-la. Perseveremos então. Estejamos prontos para reconhecê-la caso passe por nós.
Hoje os finais felizes dos contos de amor ainda permanecem, só que escritos num imaginário papel. E, são por estes pequenos fragmentos que ficamos sabendo que ainda existe amor. O amor que falta-nos a coragem de vivê-lo. Talvez por isso a felicidade tenha receio em se manifestar.
Ela, esperando por nós... Nós, esperando por ela...

A: Ligia.

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