sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O vigia do farol

O vigia tinha a responsabilidade de manter a luz do farol sempre acesa, dia e noite.
O vigia deveria cuidar também do suprimento de óleo, responsável pela claridade do farol.
O farol guiava os navios enquanto passavam por um estreito, perigoso, cheio de rochas.
Próximo ao farol havia uma pequena aldeia.
Constantemente vinha algum morador procurar o vigia para pedir-lhe um pouquinho de óleo, para colocar em suas lamparinas.
O vigia, homem muito bondoso, nunca lhes dizia um não.
Prosseguindo assim, acabou gastando todo seu suprimento de óleo e, pouco a pouco a luz do importante farol foi enfraquecendo até que se apagou completamente.
O vigia de repente se apavorou com o quadro que ele mesmo pintara.
Um grande navio, cheio de tripulantes se aproximou do estreito, bateu nas rochas e afundou.
A atitude insensata e irresponsável do vigia, achando que estivesse fazendo o bem, causou a morte de muitas pessoas.
Precisamos sempre, com firmeza, sinceridade e coragem, saber em que situações devemos dizer... ?Não?

Obs: Recebi por e-mail sem referencia ao autor.

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