terça-feira, 29 de maio de 2012

Saudade

Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...
Obs. Recebi o texto de uma amiga, com "autor desconhecido"... SERÁ???

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

O suplício dos sapatos

Seu Moreira era um senhor de 50 anos, representante de um laboratório farmacêutico, o cliente mais amigo da sapataria do bairro onde morava, no subúrbio do Rio de Janeiro. Devido muito mais a barriga do que a própria idade tinha certa dificuldade para experimentar os sapatos e, por isso, não dispensava a ajuda do vendedor, que, com a humildade de sempre. Agachava-se e, com uma calçadeira, empurrava aquele pé gordo para dentro do sapato encolhido. Puxava o cadarço e dava o nó, enquanto seu Moreira fazia uma cara de dor, como se chupasse limão azedo.
Curioso, porém, era que o homem nunca reclamava, fazia sempre questão de levar sapatos de um numero menor que o seu. O vendedor, ainda que muito intrigado, não se julgava no direito  de questionar a decisão do cliente, mas sempre lhe vinha a mente a mesma pergunta: Por que o seu Moreira compra sempre sapatos menores?
Num belo sábado a tarde, seu Moreira apareceu muito bem disposto à sapataria. Nem parecia que tinha perdido a esposa há pouco tempo. De fato, estava alegre e de bem com a vida. Escolheu um novo modelo de sapatos, mais bonito e mais caro que o usual. Quando o vendedor lhe trouxe o numero de sempre, sorriu e disse: “Não, meu bom amigo. Não uso mais esse numero. Traga um maior, por favor”.
O sapato agora lhe coube como uma luva. Em vez de andar como se tivesse pisando em vidros, seu Moreira dava passos felizes e sorria quando andava. “Amigo, tenho certeza de que muitas vezes o intriguei quando comprava um sapato de numero menor que o meu e me obrigava a andar com aquelas dores nos pés. É que sendo muito mal casado, tinha uma esposa que me infernizava a vida, falando e reclamando todo o tempo que estava em casa. Quando no trabalho, eu me lembrava que, ao anoitecer, teria que voltar e suportá-la, consolava-me o fato de que pelo menos em casa poderia tirar os sapatos que tanto me atormentavam. Agora, depois de muito sofrer, vejo-me livre de dois tormentos e, por isso sinto-me tão feliz! Fiquei viúvo e, portanto, não preciso mais dos sapatos apertados.
Copiei.

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Organizador feito com latinhas


Sim! Tudo á mão e de forma bem barata. As latas cilíndricas e compridas, onde os salgadinhos são embalados, agora podem ter um novo propósito: organizar pincel, lápis, caneta, tesoura, etc. Antes de colá-las umas nas outras para que fiquem firmes e formem um organizador só, elas bem que podem receber uma cobertura com um papel ou tecido que combine com a decoração do atelier, não é verdade?
Fonte: Copiei.

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Desculpem-me a ausência

Olá gente amiga, tudo bem?
Devido a alguns probleminhas particulares e de trabalho, andei um pouco desligada dos meus 'Blogs'. Ah! Ainda mais essa, eis que encontro o "Blogger" com interface nova. Aí, deu um nó na minha cabeça, rsrs. Não tem problema, é preciso inovar...
E de quebra, como não poderia deixar de ser, a internet (é, a bendita internet,) sempre deixando os furinhos dela.
Agora estou aqui. Ainda não tão presente como gostaria, mas, cheia de vontade de recuperar o tempo perdido.
Agradeço aos que deixaram comentários, aos visitantes, etc.
A todos, um grande abraço.
Amo vocês!

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Eterno presente!

“Minha vida não passa de um constante faz-de-conta...
Meus pensamentos insistem em envolver-se em coisas que me machucam...
Meus lábios só dizem uma palavra... seu nome!
Não tenho mais controle sobre mim...
Parece que ao pensar em você, não penso em mais nada!
É como se eu não vivesse mais para mim, mas... para você em todos os aspectos!!!
Não consigo entender... tento demonstrar ser forte a todo instante,
Mas se te vejo, não quero mais nada... apenas me acalentar em seus braços;
Esquecer meu passado... viver o presente... e não me importar com o futuro!
Sei que estou arriscada a me desapontar... me machucar novamente!
Mas sei também que devo sempre aproveitar...e agradecer...
A você, meu eterno presente...”
A: Jéssica Ramos.

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domingo, 13 de maio de 2012

Mundo

O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos. Lembre-se: não vale a pena passar a vida sonhando e se esquecer de viver.

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

É preciso viver o amor!

Dos filmes, novelas, contos de amor que li, por todos torci por finais felizes. Não media diferença entre ficção e realidade. Por mim seria sempre assim. Bastava fechar o capitulo, the end, fim... Onde ficaram o romantismo daqueles tempos de outrora? – me pergunto.
As músicas, tão poucas do amor sentido, o que querem dizer agora? – insisto.
Quem sabe aquelas mãos que um dia apertaram as nossas quisessem dizer “adeus”, e não, “prazer em conhecer” ou simplesmente “até logo”.
Chega uma hora em que bate o cansaço da espera e a gente é obrigada a ir atrás, pois quem não busca a felicidade corre o sério risco de não encontrá-la. Mesmo sem saber o que vamos encontrar, devemos perseverar. De repente ela já pode ter passado por nós sem nos ter reconhecido.
Hoje os finais felizes dos contos de amor ainda permanecem, só que escritos num imaginário papel facilmente rasgável e jogável ao vento. São por esses pequenos fragmentos que ficamos sabendo que existe amor. O amor que falta-nos a coragem de vivê-lo. E talvez por isso a felicidade tenha receio em se manifestar.
A: Ligia.

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sábado, 5 de maio de 2012

Mãe, quem é você?

Mãe, quem é você?
Se estou feliz,
Quantas vezes te esqueço;
Se estou triste,
Quantas vezes te procuro.
Mãe, quem é você,
Que eu critico,
De quem eu exijo coisas tão pequenas
Para satisfazer a minha comodidade,
Mas a quem peço a maior ajuda
Nos instantes mais difíceis?
Mãe, quem é você,
Para quem eu tantas vezes
Esqueço o meu carinho,
E de quem exijo tanta atenção?
Mãe, quem é você, com que discuto
E para quem peço conselhos?
Mãe, quem é você,
Para quem reclamo sempre,
E para quem guardo
O abraço maior e a maior ternura.
Mãe, eu sei,
Você só é... AMOR.
A: Maria Helena Gouveia
Fonte: comamor.com.br

Mãezinha querida, esteja onde Deus a tenha colocado, descanse em paz.
Da sua filha,
Ligia.

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