segunda-feira, 30 de abril de 2012

Quando o sol se for...

Olho o sol que começa a esconder-se e tenho vontade de segui-lo. Arrisco alguns passos e vejo que não é possível. Então estendo as mãos achando que posso tocá-lo. Bem sei que não!
Mesmo assim, como uma menininha, abro os braços e espero... Inocentemente acho que posso abraçá-lo.
Minha pele arrepiada não é barreira para impedir que a magia dos raios solares inunde a minha alma.
Belo por do sol!
Um suave calor na face me faz acreditar que seja um beijo. Fecho os olhos e deixo me enternecer.
É noite... Eu ainda estou aqui...
O sol, finalmente se pôs, e quando aparecer já será outro dia.
Ele não vai me ver como eu o vi. Vou estar escondida numa lua...
A: Ligia.

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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sociedade


            
Feliz daquele que sabe o papel que tem a desempenhar na sociedade, da qual é peça integrante e inseparável.
Viver e vegetar sempre foram o marco diferencial da conduta humana, vista que, enquanto uns gozam a vida em toda a sua plenitude, outros a contemplam, num perpassar inesquecível de dias sem significação alguma, pela razão de que não vivem e simplesmente vegetam.
Por isso é que, em qualquer organização social, uns se conduzem e outros são conduzidos, por causa de aos primeiros ser facilitado e aos segundos, tudo dificultado.
Essa desigualdade entre os que sabem o que querem, e por si se dirigem ao ponto culminante da trajetória que delinearam, e os que caminham impulsionados pela vontade de outrem, é o que se pode chamar de incógnita a decifrar e a corrigir, para que os meios e os fins sejam produto dos princípios sadios a observar na formação dos jovens e conseqüentemente de grande responsabilidade dos adultos.
Copiei.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Jasmineiro em flor


Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. A sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Às vezes, abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
A: Cecília Meireles.

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domingo, 15 de abril de 2012

Lá vai ela!

Moça bonita, passos cadentes,
Parece nas nuvens, assim tão faceira,
É ela que requebra ao som da bateria,
É ela que leva ao delírio a galera inteira.
As mãos quase que desenham,
Um arco cheio de flores,
No olhar a brejeirice
De quem domina mil amores.
Balançando o quadril, sabe que desperta,
Pensamentos de volúpia na rapaziada,
Já foi de alguns, mesmo assim espera,
A vez de ser verdadeiramente amada.
Lá vai ela ao som dos assobios,
Sabe que vai sem escolher caminhos,
Para ela tanto fez ou tanto faz,
Nem liga o chão cheio de espinhos.
E lá vai ela, sensual, muito atrevida,
Entregue aos seus devaneios,
Desfilando inconsequente,
Nas passarelas da vida.
A: Ligia.

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terça-feira, 10 de abril de 2012

Banheiros pequenos

Banheiros pequenos podem ser muito aconchegantes, basta saber as ferramentas disponíveis na hora de decorá-lo. Além disso, ainda é possível dar a impressão de que eles são maiores do que realmente são, algumas cores, acessórios e truques podem ajudar a ampliar esse ambiente.
Móveis planejados são uma boa pedida para os banheiros pequenos, afinal, seria impossível colocar móveis grandes demais no ambiente, ficaria algo desproporcional, assim como colocar móveis pequenos demais. O que deve ser sempre lembrado é que uma boa circulação é essencial. Em banheiros estreitos, por exemplo, uma bancada menos profunda que as convencionais já facilita muito a circulação.
Portas de correr podem fazer o ambiente ficar menos claustrofóbico. Somado a paredes brancas ele dá a impressão de ser maior. Outra dica para dar uma impressão maior do que a realidade é deixar uma parede inteira apenas com espelhos. Irá dobrar o tamanho do ambiente. Claridade e ventilação aumentam a sensação de comodidade, outra dica que pode ser adotada.
Um ótimo truque pode ser feito na escolha do tamanho dos azulejos do banheiro. Quando se minimiza o rejunte, fica a sensação de que a parede é longa, o que amplia visualmente o espaço. Esse truque pode ser usado também no chão, mas nesse caso substitui-se os azulejos por grandes peças de porcelanato. Um detalhe que dá muita leveza ao ambiente pequeno é a madeira em cores claras. Nichos do armário com esse acabamento já podem trazer ótimos resultados.
Emoldurar o espelho com mosaicos e desenhos alegra o espaço, afinal, ter um banheiro pequeno não significa que não se deva deixar levar pela imaginação e pela idéias, muito pelo contrário, é exatamente nesse tipo de ambiente onde a mente deve viajar na hora de decorar. Ousadia e combinações inusitadas podem surpreender e trazer um resultado muito além do esperado.
Fonte: navegandonaweb.com

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e a esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorozado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me, senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi ao porco e disse-lhe:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo qe o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se, então, a vaca. Ela lhe disse:
O que, senhor Rato, uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando uma vitima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não vira que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Lá o medico aplicou o soro, mas exigiu que a mulher seguisse uma dieta alimentar. Assim que chegou em casa, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal da canja de galinha que serviria a esposa.
Muitos amigos e vizinhos foram visitar a mulher enquanto ela estava em repouso e, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco e deu de comer. Quando finalmente a mulher melhorou, o fazendeiro resolveu fazer um churrasco e, para alimentar todos os convidados, matou a vaca.
Moral da historia: “Jamais imagine que o problema dos outros não lhe diz respeito. Lembre-se de que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco”.
Fonte: Jornal  

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