sábado, 24 de setembro de 2011

Sonhos

Recordo um passado de sonhos,
Nada mais que sonhos, devaneios.
Parti em busca da verdade,
De uma felicidade que se tornasse realidade.

No entanto, o sonho era pesadelo.
Eu que queria desesperadamente tê-lo,
Como areia escapou entre meus dedos,
O meu coração ele deixou em pedaços.

Morte dos sonhos descrita num poema,
Da busca incessante de uma felicidade plena,
De um amor eterno sem mentiras, do carinho sem fingimento.
Morte de tudo, do amor, do acreditar, dos sentimentos...
A: Dalva Nascimento.

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domingo, 18 de setembro de 2011

Ainda Araruama (que eu amo)

Praça São Vicente

Teatro Municipal (no Complexo Qualidade de Vida)

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Para os corações apaixonados

Como é bom saber que dentro de nós palpita um coração dizendo que estamos apaixonados.
Ah, coração! Maltrata, faz sofrer, mas não vivemos sem ele. Sem o amor.
Vivamos, pois, deixemos que este mesmo coração bata forte, dentro ou fora do compasso... Em qualquer ritmo.
Como é bom estar apaixonado, pela pessoa certa... Ou errada! Quem sabe?
Tanto faz se é por alguém que já conhecemos, ou que, ainda vamos encontrar em nossos caminhos.
Como é bom estar apaixonado. Pelo amor mais recente, ou aquele com quem dividimos nossas vidas há tempos.
É muito bom estar apaixonado. Quem se importa se será breve ou duradouro esse amor...
Estamos vivos... E felizes.
Para amar e sermos amados...
Para sofrer, por estarmos enamorados...
Para nos emocionarmos a cada instante...
Para poder dizer, gritando ou num sussurro:
- Eu sou um romântico apaixonado!
E seguir, carregando no peito o mais sublime dos sentimentos... O amor!
A: Ligia.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Ando com saudades

Ando com saudades de café com pão;
De namorados dando beijinhos no portão;
De pedir bênção a pai e mãe (Deus te abençoe);
Do sinal-da-cruz que fazia quando passava na frente da igreja;
De ver um varal cheio de roupa com cheiro apenas de sabão;
De ver alguém sorrindo enquanto lava a louça com bucha vegetal;
De sentir respeito pela polícia; de cantar o Hino Nacional com mão no peito e lágrimas nos olhos;
De acreditar que o Brasil ganhou a Copa do Mundo porque jogou direito;
De saber que o Zezinho, filho do porteiro, não vai morrer de dengue;
e que Maria feirante poderá ter um filho médico.
Saudades de homens que usavam apenas o assobio como galanteio. Fiu-fiu!
Morro de saudades do tempo em que um presidente de uma nação era o mais respeitado cidadão do país.
Que cadeia era lugar só de ladrão.
Acho que andaram invertendo a situação.
Ando com saudades de galinha de galinheiro;
De macarrão feito em casa com tempero sem agrotóxico;
De só poder tomar guaraná em dia de festa;
De homens de gravatas;
De novela com final feliz;
De pipoca doce de pipoqueiro;
De dar bom-dia à vizinha;
De ouvir alguém dizer obrigado ao motorista e ele frear devagarinho, preocupado com o passageiro.
Saudades de gritar que a porta está aberta para os que chegam.
Um saco destrancar tanto papaiz.
Saudades do tempo em que educação não era confundida com autenticidade.
Hoje, se fala o que quer em nome de uma "tal" verdade e pedir perdão virou raridade.
Ando com saudades de ver no céu pipas não atingidas pelo efeito estufa.
Saudades das chuvas sem acidez, que não causavam aridez.
Saudades de poder viajar sem medo de homem-bomba, de ser recebida com pompa em outra nação.
Atualmente, reina a desconfiança no coração.
Sinto muitas saudades do rubor das faces de minha mãe quando se falava de sexo totalmente sem nexo.
Hoje, ele é tão banal que até eu banalizei.
Acho que a maior saudade que tenho é a saudade de tudo que acreditei.
Para minha filha não poderei deixar sequer a esperança.
Hoje, já não se nasce criança.
Fonte: www.rosapena.com

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Cantinho especial

Trabalho, estudo ou lazer
Este cantinho tem a ver com tudo isso. A estante postada harmoniosamente junto à janela propicia um ambiente aconchegante e deixa tudo na mais perfeita ordem.
Obs. Reparem nos detalhe da cortina...
Quero um cantinho desses!
Fonte: revista casa e jardim.

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