sábado, 30 de julho de 2011

Silêncio da madrugada

Silencio... É madrugada,
Sem sono deito, levanto,
Penso, repenso. E os pensamentos viajam.
Pega a estrada do passado. E vai embora...
Pega, curvas e desvios,
E desaparece na estrada.
E chega lá... Na infância,
Corre no campo, corre na chuva,
E na lagoa mergulha.
Corre atrás das borboletas,
E no galho da mangueira,
Senta para ficar bem mais pertinho do céu.
E a lua é tão clara que mais parece que é dia,
E no céu tantas estrelas, que nem dá para contar.
Todos os galhos cintilam cheinhos de vaga-lumes,
Tudo é tão bonito que os pensamentos pararam.
Mais é tempo de voltar,
Quem sabe o sono chegue,
Pois cansou de viajar,
E a infância tão bonita,
Entre as estrelas ficou.
A: Terezinha C. Werson.



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