terça-feira, 10 de maio de 2011

Não me prendo


Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranqüilidade e inconstância. Pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, animo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono! Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.
Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer...
“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato, de sintonia de alma... Ou toca, ou não toca.”
A: Clarisse Lispector.

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