sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Sou como você me vê! Feliz Ano Novo!

“Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania,
depende de quando, e como você me vê passar."
A: CL.

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Eis que chega 2011... Paz e saúde para todos!

Próspero Ano Novo para todos...
Que as alegrias do teu Natal possam perdurar por todos os dias do Ano que se aproxima.
Que 2011 seja um ano de pleno de realizações, harmonia e amor entre a família, e que a felicidade marque presença constante na vida de cada um de nós.
Feliz ano novo...

Photobucket
São os votos de Ligia e família.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Para o meu netinho

Querido netinho Ryan,
Obrigada por me adotar como “vovó”. Que os bons pensamentos povoem sempre tua linda cabecinha, e, os teus sonhos transformem-se em doce realidade.
Este versinho fiz para ti, tão pequenino e tão adulto. Pense apenas que um dia crescerá e será uma grande personalidade, uma pessoa de bem. Enquanto isso seja apenas criança. Eu te amo, netinho do meu coração.

Relóginho
Meu relóginho não marca,
Tristeza ou solidão,
Mas, vai firme ao compasso,
Certinho do coração.

No tic tac inconfundível,
Dos ponteiros a rodar,
Assim vai meu relóginho,
Fazendo a hora passar.

Não para de trabalhar,
Ali, alheio a tudo,
Nem faz questão de escutar,
O meu apelo absurdo.

Vá devagar, relóginho,
Não faça o tempo correr,
Prá que pressa, se ainda tens,
Tanta vida prá viver!
A: Ligia.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Perdão, filhinho

Escute, filhinho
Esta noite, vendo você adormecer com a mãozinha no rosto e os cabelos espalhados pela testa sinto-me horrivelmente envergonhado. Por isso é que fugi para o seu quarto, para estarmos sozinhos os dois. Ainda há pouco, estava lendo o jornal na sala quando, de repente, o remorso me dominou, e vim, como um criminoso, parar aqui, perto da sua cama. Sabe o que pensava? Em todas as coisas que hoje me irritaram tanto. Esta manhã, quando você se preparava para a escola, eu o repreendi severamente porque você lavara o rosto como um gato. Depois, eu o pus de joelhos, porque você não engraxara os sapatos. E fiz um escândalo, porque você derrubou leite no chão. Na hora do almoço, ainda achei um jeito de censurá-lo: “Você vai entornar o copo. Não ponha os cotovelos na mesa. Você está pondo muita manteiga no pão”. Pouco depois, quando eu entrava no carro, você, da porta, abanou a mãozinha, dizendo: “Até logo papai!” E eu respondi: “Endireite os ombros. Você acaba corcunda!”.
E a coisa continuou. De tarde, vendo-o jogar bola de gude com os amigos no pátio, olhei para os seus joelhos; você havia rasgado a calça! Aproveitei a oportunidade para humilhá-lo diante dos amiguinhos, ordenando-lhe que fosse, andando na minha frente, para casa. “Roupas custam caro. Se você tivesse que comprá-las, teria mais cuidado”. Imagine, meu filho, da parte de um pai, que lógica mais estúpida.
E esta noite, enquanto eu estava lendo, você apareceu timidamente na porta da sala, com uma carinha passada. Levantei os olhos do jornal, aborrecido por me interromper. Você hesitou um instante, “O que ainda quer comigo?” resmunguei. Você respondeu: “Nada, papai!” e então se atirou no meu colo, passou os bracinhos em torno do meu pescoço e me beijou uma... Duas, três vezes... Não sei mais... Com um amor que só Deus podia ter posto no seu coração. E você logo se foi escada acima.
Pois bem, meu filho, só alguns minutos mais tarde o jornal caiu-me das mãos, senti aquele arrepio no coração e tomei consciência do meu terrível egoísmo. Que foi que o habito fez de mim? O mal habito de queixar-me, de reclamar, de repreender e tudo isso porque você é apenas uma criança! No entanto, não era por falta de amor, mas porque eu esperava demais da sua idade! Eu o media com a minha escala e estou bem triste comigo, pode crer.
Prometo que, a partir de agora, nem meus aborrecimentos prevalecerão sobre o amor que tenho por você. E darei a você todo o tempo que me pedir.
Perdão, filhinho. Boa noite, meu bem.
Copiei.

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domingo, 19 de dezembro de 2010

As deslumbradas

Fatinha e Ritinha eram duas emergentes do interior. Tudo que existia de mais cafona e extravagante fazia com que suas pupilas dilatassem. Viviam nos salões e shoppings, seguindo as ultimas novidades da moda e comprando o que havia de mais caro por ser simplesmente “chic”.
Alem disso, Ritinha cismou de fazer uma lipo e colocar silicone nos seios. O resultado até que ficou razoável, levando em consideração seus 60 e tantos anos. O que ficou esquisito foi o piercing que ela colocou no umbigo. A coitada não sabia que não podia passar bronzeador e acabou contraindo uma baita infecção.
A Fatinha, mais conservadora, fez maquiagem definitiva e entrou para uma academia de ginástica. Contratou um personal trainer e três vezes na semana se vestia com um modelito diferente para malhar e tentar perder pelo menos uns 20 quilos.
Um dia, as amigas foram ao Rio de Janeiro fazer compras. Lá chegando ouviram dizer que um transatlântico vindo da Europa estaria atracando nas docas aquela tarde. Imediatamente, viram ali uma oportunidade de, em primeira mão, saberem das novidades européias.
Quando os passageiros desembarcaram, Ritinha e Fatinha perceberam que as mulheres todas tinham as cabeças raspadas. Sem pestanejarem, correram para o salão e mandaram passar maquina zero em suas cabeleiras.
As manchetes dos jornais do dia seguinte anunciavam que uma epidemia de piolhos a bordo do transatlântico obrigara a todos a raspar suas cabeças.
Copiei.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Desejos

Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passarNoite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado lega
lAprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.
A: Carlos Drummond de Andrade
Vários temas & Um só coração!

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sábado, 11 de dezembro de 2010

Quantas vezes

Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado o ideal e os sonhos;

Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça;
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir;
Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercado de pessoas;
Quantas vezes falamos, sem sermos notados;
Quantas vezes lutamos por uma causa perdida;
Quantas vezes voltamos para casa com sensação de derrota;
Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair justamente na hora que precisamos parecer fortes.
Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz, e a resposta vem, seja como for, um sorriso, um olhar cúmplice, um cartãozinho, um bilhete, um gesto de amor.
E a gente insiste, insiste em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser, e Deus insiste em abençoar, em nos mostrar o caminho, aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E a gente insiste em seguir, por que tem uma missão…
SER FELIZ!!
Copiei.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Lala, bonequinha de pano

Quanto mais coloridas, mais bonitas. Eram assim as bonequinhas de pano que minha avó fazia. Os retalhos iam sendo separados e guardados com todo cuidado. Pareciam pedaços de sonhos esperando a hora de transformarem-se em realidade.
Nós sabíamos que tinha que esperar, e mesmo sem saber, era como se estivéssemos gerando o que seria nossas filhinhas. Sim, eram sempre bonecas, - bonecos - salvo quando pedíamos.
Não sei por que vovó quase não fazia bonecos. Acho que ela gostava de colocar os babados, rendas, frou-frou e os enfeites especiais que tornavam as ‘bruxinhas’ encantadoras.
Eu tinha várias bonequinhas daquela, mas a que eu mais gostava era a Lala. Com seus grandes olhos redondos, pestanas feita com fio de linha engomado, os cabelos de lã e uma baita rodela colorida com ‘rouge’ nas bochechas, era a minha preferida.
Um dia fiz o que seria o primeiro modelito para Lala. Foi um retângulo franzido na parte de cima e que foi sendo amoldado até ser preso na cintura. Depois com outro pedacinho de pano fiz a blusinha (outro retângulo com abertura para braços e cabeça) e a toquinha. Eu chamei ‘aquilo’ de vestido.
Minha avó querida (que Deus a tenha) a tudo observava atenta. As vistas cansadas, os dedos já trêmulos, acabaram de enfeitar a Lala. E quando me devolveu, senti que junto com aquela boneca de pano veio um carinho todo especial. Na minha inocência, sorri feliz e agradecida.
Hoje, já não tenho nenhuma delas. Entre as bonecas de pano de vovó e outras industrializadas vejo uma diferença quase gritante. Creio que as bruxinhas que nossas avós faziam eram recheadas com amor e carinho. Talvez não tivesse o esmero de essas modernas, mas embalaram o sono de muitas vovós, que hoje que as compram para suas netinhas. E, com certeza ficarão guardadas para sempre na memória e no coração de cada uma, assim como no meu, a lembrança carinhosa de alguma Lala.
A: Ligia.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Folclore

A data existe desde 1965, quando foi criada através de um decreto federal. Folclore é reunião de todas as tradições, lendas e crenças de um país.
O folclore brasileiro é considerado um dos mais ricos do mundo e foi formado ao longo das décadas por índios brancos e negros.
Para ser considerado folclore, é necessário que seja praticado por um grande numero de pessoas e que tenham origem anônima.
Uma das lendas brasileiras mais conhecidas é o saci-pererê, que adora fazer travessuras, como esconder brinquedos e derramar sal na cozinha.
O folclore da mula-sem-cabeça ainda é lembrado em pequenas cidades. Diz-se que ela aparece onde existam casas rosa ou escuras. A lenda diz que a mula sem cabeça é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. De quinta para sexta ela vai para uma encruzilhada onde se transforma.
Mas o folclore não exista somente em lendas. Ele pode ser percebido na linguagem, artesanato, religiosidade e até no tipo de roupas de uma nação. A dança, por exemplo, pode mostrar as características, os hábitos e os costumes de um país.
A única companhia de dança folclórica profissional do Brasil é o Balé folclórico da Bahia, criado em 1988, que realiza coreografias inspiradas na cultura baiana. Entre elas, estão o xaxado (ritmo surgido no sertão nordestino) e o boi-bumbá (dança característica em estados como Maranhão, Ceará e Bahia).
A palavra ‘folclore’ foi criada a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. “Folk”, em inglês, quer dizer “povo”, e “lore”, conhecimento.
Assim, folk + lore (folklore) quer dizer “conhecimento popular. O termo foi criado em 22 de agosto de 1846 por William John Thoms (1803 * 1885), um pesquisador da cultura européia.
Copiei.

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