segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Eu te amo não diz tudo!

Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas.
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute:
Eu te amo não diz tudo!
A: Arnaldo Jabor.

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Amizade

Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas ou medos, mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso impedir que você leve tombos, mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se. Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem, mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens. Não é de minha alçada às decisões que você toma, mas eu posso apoiar encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites, mas posso apontar-lhe caminhos alternativos, procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se, meios de ser você mesmo sem medo da rejeição.
Eu não posso salvar o seu s2 de ser partido pela dor, pela mágoa, perda ou tristeza, mas posso chorar com você e ajudá-lo a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é ou como deveria ser: eu só posso amar você e ser sua amiga!
Fonte: Recebi da amiga Dite e estou dividindo com vocês.

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domingo, 21 de novembro de 2010

A história de um milagre




Às vezes, a natureza nos surpreende. Por este motivo hoje, esta história não será contada na pessoa dos cãezinhos resgatados como sempre e sim na do narrador, pela simples incapacidade deste de expressar seus sentimentos na pessoa de um cão para esta história triste, mas linda.Neste final de semana, recebemos um chamado dizendo que uma mamãe, que havia dado a luz a seus filhotinhos há menos de uma semana, havia sido atropelada. Imediatamente corremos ao seu encontro e de seus filhotes, mas infelizmente para a mamãe já era tarde demais. Resgatamos então os filhotes e trouxemos para o abrigo na esperança de que uma de nossas mamães pudesse amamentá-los e estimular seus corpinhos.Como vocês sabem, todos os cães que chegam até nós, além de cuidados, são castrados. Gravidez psicológica não é incomum em grupos de cães, mas é extremamente rara em cadelas castradas. Há algumas semanas, porém, uma de nossas peludas começou a apresentar sintomas de gravidez, algo impossível para ela, que já foi castrada. Obviamente, tratava-se de uma dessas gravidezes psicológicas raras.Inicialmente, tentamos colocar os filhotes órfãos com as mamães, mas todas rejeitaram os mesmos para cuidar de seus próprios. Foi quando nos lembramos de nossa “mãezinha psicológica”. Ao aproximarmos os filhotes dela, ela imediatamente começou a lambê-los e pouco depois estava produzindo leite. Eles começaram então a mamar como loucos e ela, desde então, não descuidou deles um minuto sequer.Há muito tempo nenhuma de nossas peludas castradas apresentava gravidez psicológica. Foi como se ela tivesse recebido um “chamado” para que estas novas vidinhas pudessem crescer sadias e em segurança.Sentimos pela mamãe que faleceu, mas não deixamos de enxergar aqui a beleza da vida e da natureza agindo pelas suas próprias maneiras que estamos longe de compreender, mas que nos surpreende e comove sempre.Os filhotes agora estão em segurança conosco e a “mamãe psicológica” orgulhosa e feliz.
Fonte: Clube dos vira latas.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O cachorrinho manco

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. “entre 30,00 e 50,00”, responde o dono da loja. O garoto puxa uns trocados do bolso e pergunta: “Eu só tenho 2,37, mas posso ver os filhotes?” O dono da loja sorri e chama Lady, que vem correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vem mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino aponta para aquele cachorrinho e pergunta: O que há com ele?
O dono da loja explica que o veterinário o examinou e descobriu que ele tem um problema na junta do quadril. Sempre mancará e andará devagar.
O menino se anima e diz: Esse é o cachorrinho que quero comprar! O dono da loja responde: Não, você não vai gostar dele. Se realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino fica transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, diz: Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 agora e 0,50 por mês, até completar o total.
O dono da loja contesta: Você realmente não vai gostar deste cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixa e puxa a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olha bem para o dono da loja e diz: Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Fonte: Copiado.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Segura a sua onda!


Tem momentos na vida em que parece que a única saída é chutar o balde. Mas o melhor é pensar antes de tomar qualquer atitude que possa ser inconseqüente. Mesmo se você for do tipo que explode com facilidade, tente segurar a sua onda.
Copiei.

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sábado, 13 de novembro de 2010

Meus cavalheiros

Estava no baile e, quando a música começou ambos estenderam a mão convidando-me a dançar. Fiquei surpresa e indecisa. Recusei e agradeci. Então o ‘mais velho’ cedeu à vez ao ‘mais moço’.
Prometi a ele a próxima música e acompanhei o ‘mais moço’ à pista de dança. O moço dançava muito bem e tinha uma maneira de conduzir a dama até um pouco ousada. Gostava de se exibir, eu diria.
Notei que o meu cavalheiro se portava de uma maneira muito inconveniente, suas mãos escorregavam pelas minhas costas indo e vindo das omoplatas até um pouco abaixo da cintura. Comecei a ficar incomodada com aquela situação e como pessoa educada que sou, procurava discretamente uma forma mantê-lo afastado. Isso parece que o excitava. Era quando ele inventava maneiras de puxar-me para si. Até que falou:
_Quero fazer amor com você? Quero que seja minha amante?
Senti o chão fugir sob os meus pés.
Que sujeitinho folgado! Que vontade de dar-lhe um soco.
_Não, obrigada, só vim aqui para dançar.
E devolvia cada gesto mais ousado dele com uma forte pisada nos pés. Vi que estava sendo pouco e mencionei que gostaria de voltar à mesa, mas ele fingiu não entender e começou a falar de sua vida. Disse-me que era casado e que não ia bem no casamento (detesto homens que usam estes subterfúgios quando estão a sua procura de aventuras). Ufa! Fiquei aliviada quando a música terminou.
Quando estava quase chegando à mesa, eis que surge o ‘mais velho’.
_Quer dançar comigo?
_Claro, eu lhe prometi, não! – respondi.
Caminhamos até a pista e marcamos os primeiros passos. Sua maneira de conduzir era firme e ao mesmo tempo delicada. E dançava bem, o carinha! Mantinha a distância necessária para uma boa condução e não inventava passos desnecessários. Talvez por isso desse para sentir a emoção da dança e da música em si.
_Reparei que vens sempre aqui! – disse.
_Eu gosto de dançar neste salão. – respondi.
E assim começamos uma conversa, que se revelou sadia e bem humorada. Falou-me de sua vida sentimental (divorciado, dois filhos) se era verdade, não sei. Também eu não estava ali para arrumar encrenca, meu caso era dançar...
Perguntou sobre minha vida, tudo de um modo simples, educado, não se achando o dono da situação e nem questionando minhas respostas.
Devo dizer que gostei de dançar com ele, conversar.
Trocamos de par algumas vezes, mas sempre encontrávamos um jeito de dançarmos novamente.
Mais tarde, quando a orquestra parou para o descanso dos seus componentes, pude observar que o salão estava muito cheio. Procurei na multidão e avistei o ‘mais moço’ com um copo de cerveja na mão. Ri comigo mesma ao vê-lo se jogando para cima da mulherada tal qual um desesperado.
Eu sabia que tinha pessoas ali em busca de uma aventurazinha, é valido. Mas a maneira como ele fazia a abordagem era tão ridícula, que só o dito cujo não se mancava.
Quando o ‘mais velho’ chegou a minha mesa, eu já estava sendo convidada por outro cavalheiro. Uma piscadela e entendi que ele esperaria a próxima dança.
Fui ao seu encontro e ouvi baixinho:
_Sabe que você é um amor de pessoa?
Eu não sabia.
Para o novo... A amante.
Para o velho... O amor.
Tivesse eu que escolher...
A: Ligia.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Conversa no ônibus

Quando não durmo bem à noite, é uma constante, tenho insônia, e sei a razão, apenas e tudo isso: medo, pode? Mas não é isto que pretendo contar. O cotidiano é o melhor palco para o teatro da vida. Sabe por quê? É verdadeiro, sem máscara, não importa senão o fato real. É a argila de que molda a vida. A vida de todos. O balanço do ônibus, para mim, é receita inigualável para um cochilo reparador, o balanço, ah! O balanço...
Num desses solavancos que perturbam o sono, percebi que tinha companhia no banco. Uma senhora de idade bonita, de cor negra, vestida de modo simples e limpa, saia preta, blusa branca, sem exagerados enfeites e com seu próprio perfume. Após o meu instante de vigília, voltei a fechar os olhos. Ouvi a voz mansa da minha companhia. Sabia que era verdadeiro o que dizia, assim como afirmei no início “senão o fato real...”. Sabe – dizia - durante toda a minha vida, até a muito pouco, construía meu castelo. Não, imaginava. Acho até que fantasiava. E este castelo erguido por uma quietude servil, da qual hoje me arrependo, ou não, isto não mais importa, enfim, o castelo caiu, e toda a minha forçada inocência fez-me estremecer, disse a mim mesma, perdi a vida vivendo nada, nadinha. Tentei erguer a bandeira da vitória, subir no monte e gritar “venci”, não tinha voz, não tinha o que festejar, fui um fracasso engatinhando para receber afago e nem isso recebi. Hoje, me recolho à vontade de Deus qualquer, nas mãos do destino incerto, danço a música da tristeza, do arrependimento, não há mais sonhos e menos ainda fantasias que ensaiava timidamente antes. Faço cara séria, tento aparentar uma tigresa, assim, tipo “não me toquem, sei me defender”, sei que nunca o soube, e muito menos hoje, fico numa espera passiva. Tenho atividades que enganam, fazem-me sentir útil, pra quem? Meus bichos, minhas plantas, minha casa? Sua voz tornou-se quase inaudível, abri os olhos e percebi brilho nos olhos dela. Não, eram lágrimas. A expressão era de calma e beleza que transcendia seu rosto com sinais da idade e da vida de muitos e muitos anos perdidos. Neste instante, vi uma luz em seu rosto, uma santificação transmutando a sua fisionomia em uma santidade que nunca imaginei ser possível num humano. A espiritualidade vinha de um ser búdico resplandecente, ao seu lado, sorrindo fazendo-a ainda mais bela. Desci contagiado pelo momento. Quando o ônibus se afastava ainda vi a luz que ninguém tinha percebido. Foi uma experiência de amor compartilhado, senti uma felicidade e leveza. Emociono-me ao relembrar estes momentos únicos. Preciso compartilhar contigo. É do cotidiano, do palco da vida. É nosso.
A: I. V. K.

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Contraste

Quando partimos no verdor dos anos,
Da vida pela estrada florescente,
As esperanças vão conosco à frente,
E vão ficando atrás os desenganos.
Rindo e cantando, célebres, ufanos,
Vamos marchando descuidosamente;
Eis que chega a velhice, de repente,
Desfazendo ilusões, matando enganos.
Então, nós enxergamos claramente,
Como a existência é rápida e falaz,
E vemos que sucede, exatamente,
O contrário dos tempos de rapaz:
– Os desenganos vão conosco à frente,
E as esperanças vão ficando atrás.
A: Antônio Thomaz.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Silêncio que fala

Deita aqui, descansa tua cabeça em meu regaço.
Deixa meu coração falar ao teu.
Não precisamos de voz, apenas silencio.
Deixa que ele diga o que nunca nos atrevemos a dizer,
Apenas ouça. No silencio eu ouvirei a ti, e ouvirás a minha voz.
Um minuto, uma hora, não importa. O importante é que estamos aqui.
A meia luz. A sós...
O silencio fala por nós.
A batida do coração sabe o que diz...
Final feliz...
A: Ligia.

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