sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Silencio da Madrugada

Silencio...
É madrugada sem sono.
Deito, levanto, penso, repenso e os pensamentos viajam.
Pega a estrada do passado, e vai embora..
Pega, curvas e desvios e desaparece na estrada.
E chega lá... Na infância.
Corre no campo, corre na chuva e na lagoa mergulha.
Corre atrás das borboletas e no galho da mangueira senta, para ficar bem mais pertinho do céu.
E a lua é tão clara que mais parece que é dia,
E no céu tantas estrelas, que nem dá para contar.
Todos os galhos cintilam cheios de vaga-lumes,
Tudo é tão bonito que os pensamentos pararam.
Mais é tempo de voltar, quem sabe o sono chegue, pois cansou de viajar.
E a infância tão bonita entre as estrelas ficou.
A: Terezinha C Werson.

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