terça-feira, 18 de maio de 2010

Sem Rumo

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O céu beijando a terra num deserto,
Que só não é maior que o infinito,
Num vôo de energias renovadas,
Não existe eco neste apelo aflito.

Voa, voa indiferente ao que farei,
Bailando nesse oásis de esperança,
Na areia, castelos construirei,
No ar, libertarei minha criança.

Como uma linda borboleta branca,
Tens toda liberdade prá voar,
Ainda que tenha sido um belo sonho,
Quem sou eu para impedir que vá.
A: Ligia.

1 comentários:

Maysha 22 de maio de 2010 06:10  

Saudades de ti, minha sempre amiga querida.
Bonito o teu poema, como já te disse, escreves muito bem, é um gosto ler-te.
Abraço-te na luz Ligia, bom fim de semana, beijos dos meninos
Isa

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