segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Emoção é Única!


Quando comecei a escrever eram pequenos fragmentos copiados daqui, dali, muitas vezes nem observados de onde vinham, apenas lido, sentido, copiado.
Depois a vontade de copiar o que vinha do coração.
Anotados, guardados... Esquecidos...
A cada leitura de um texto, a vontade de modificar.
Às vezes eram necessários alguns rascunhos até a satisfação, que diga-se, nem sempre acontecia. Primeiro escrevia com o coração, depois com a cabeça. Um dia compreendi que o interessante é criar frases mesmo que desconexas, poesias sem sentidos e textos indecifráveis...
Deixar fluir, jamais copiar...
Não acreditei, quando alguém comentou.
Aí, descobri que não era só a mulher que lia, era também a mulher que escrevia.
Escrevia o que saia do coração e lia o que os olhos viam no papel, até entender que emoção é única. Não tem como copiar.
A: Ligia.

1 comentários:

Maria Emília 10 de fevereiro de 2010 11:31  

Muito certo, Lígia. É segurar no lápis e deixar que ele escreva o que o coração dito.
Um beijinho,
Maria Emília

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