sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Sou como você me vê! Feliz Ano Novo!

“Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania,
depende de quando, e como você me vê passar."
A: CL.

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Eis que chega 2011... Paz e saúde para todos!

Próspero Ano Novo para todos...
Que as alegrias do teu Natal possam perdurar por todos os dias do Ano que se aproxima.
Que 2011 seja um ano de pleno de realizações, harmonia e amor entre a família, e que a felicidade marque presença constante na vida de cada um de nós.
Feliz ano novo...

Photobucket
São os votos de Ligia e família.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Para o meu netinho

Querido netinho Ryan,
Obrigada por me adotar como “vovó”. Que os bons pensamentos povoem sempre tua linda cabecinha, e, os teus sonhos transformem-se em doce realidade.
Este versinho fiz para ti, tão pequenino e tão adulto. Pense apenas que um dia crescerá e será uma grande personalidade, uma pessoa de bem. Enquanto isso seja apenas criança. Eu te amo, netinho do meu coração.

Relóginho
Meu relóginho não marca,
Tristeza ou solidão,
Mas, vai firme ao compasso,
Certinho do coração.

No tic tac inconfundível,
Dos ponteiros a rodar,
Assim vai meu relóginho,
Fazendo a hora passar.

Não para de trabalhar,
Ali, alheio a tudo,
Nem faz questão de escutar,
O meu apelo absurdo.

Vá devagar, relóginho,
Não faça o tempo correr,
Prá que pressa, se ainda tens,
Tanta vida prá viver!
A: Ligia.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Perdão, filhinho

Escute, filhinho
Esta noite, vendo você adormecer com a mãozinha no rosto e os cabelos espalhados pela testa sinto-me horrivelmente envergonhado. Por isso é que fugi para o seu quarto, para estarmos sozinhos os dois. Ainda há pouco, estava lendo o jornal na sala quando, de repente, o remorso me dominou, e vim, como um criminoso, parar aqui, perto da sua cama. Sabe o que pensava? Em todas as coisas que hoje me irritaram tanto. Esta manhã, quando você se preparava para a escola, eu o repreendi severamente porque você lavara o rosto como um gato. Depois, eu o pus de joelhos, porque você não engraxara os sapatos. E fiz um escândalo, porque você derrubou leite no chão. Na hora do almoço, ainda achei um jeito de censurá-lo: “Você vai entornar o copo. Não ponha os cotovelos na mesa. Você está pondo muita manteiga no pão”. Pouco depois, quando eu entrava no carro, você, da porta, abanou a mãozinha, dizendo: “Até logo papai!” E eu respondi: “Endireite os ombros. Você acaba corcunda!”.
E a coisa continuou. De tarde, vendo-o jogar bola de gude com os amigos no pátio, olhei para os seus joelhos; você havia rasgado a calça! Aproveitei a oportunidade para humilhá-lo diante dos amiguinhos, ordenando-lhe que fosse, andando na minha frente, para casa. “Roupas custam caro. Se você tivesse que comprá-las, teria mais cuidado”. Imagine, meu filho, da parte de um pai, que lógica mais estúpida.
E esta noite, enquanto eu estava lendo, você apareceu timidamente na porta da sala, com uma carinha passada. Levantei os olhos do jornal, aborrecido por me interromper. Você hesitou um instante, “O que ainda quer comigo?” resmunguei. Você respondeu: “Nada, papai!” e então se atirou no meu colo, passou os bracinhos em torno do meu pescoço e me beijou uma... Duas, três vezes... Não sei mais... Com um amor que só Deus podia ter posto no seu coração. E você logo se foi escada acima.
Pois bem, meu filho, só alguns minutos mais tarde o jornal caiu-me das mãos, senti aquele arrepio no coração e tomei consciência do meu terrível egoísmo. Que foi que o habito fez de mim? O mal habito de queixar-me, de reclamar, de repreender e tudo isso porque você é apenas uma criança! No entanto, não era por falta de amor, mas porque eu esperava demais da sua idade! Eu o media com a minha escala e estou bem triste comigo, pode crer.
Prometo que, a partir de agora, nem meus aborrecimentos prevalecerão sobre o amor que tenho por você. E darei a você todo o tempo que me pedir.
Perdão, filhinho. Boa noite, meu bem.
Copiei.

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domingo, 19 de dezembro de 2010

As deslumbradas

Fatinha e Ritinha eram duas emergentes do interior. Tudo que existia de mais cafona e extravagante fazia com que suas pupilas dilatassem. Viviam nos salões e shoppings, seguindo as ultimas novidades da moda e comprando o que havia de mais caro por ser simplesmente “chic”.
Alem disso, Ritinha cismou de fazer uma lipo e colocar silicone nos seios. O resultado até que ficou razoável, levando em consideração seus 60 e tantos anos. O que ficou esquisito foi o piercing que ela colocou no umbigo. A coitada não sabia que não podia passar bronzeador e acabou contraindo uma baita infecção.
A Fatinha, mais conservadora, fez maquiagem definitiva e entrou para uma academia de ginástica. Contratou um personal trainer e três vezes na semana se vestia com um modelito diferente para malhar e tentar perder pelo menos uns 20 quilos.
Um dia, as amigas foram ao Rio de Janeiro fazer compras. Lá chegando ouviram dizer que um transatlântico vindo da Europa estaria atracando nas docas aquela tarde. Imediatamente, viram ali uma oportunidade de, em primeira mão, saberem das novidades européias.
Quando os passageiros desembarcaram, Ritinha e Fatinha perceberam que as mulheres todas tinham as cabeças raspadas. Sem pestanejarem, correram para o salão e mandaram passar maquina zero em suas cabeleiras.
As manchetes dos jornais do dia seguinte anunciavam que uma epidemia de piolhos a bordo do transatlântico obrigara a todos a raspar suas cabeças.
Copiei.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Desejos

Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passarNoite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado lega
lAprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.
A: Carlos Drummond de Andrade
Vários temas & Um só coração!

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sábado, 11 de dezembro de 2010

Quantas vezes

Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado o ideal e os sonhos;

Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça;
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir;
Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercado de pessoas;
Quantas vezes falamos, sem sermos notados;
Quantas vezes lutamos por uma causa perdida;
Quantas vezes voltamos para casa com sensação de derrota;
Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair justamente na hora que precisamos parecer fortes.
Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz, e a resposta vem, seja como for, um sorriso, um olhar cúmplice, um cartãozinho, um bilhete, um gesto de amor.
E a gente insiste, insiste em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser, e Deus insiste em abençoar, em nos mostrar o caminho, aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E a gente insiste em seguir, por que tem uma missão…
SER FELIZ!!
Copiei.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Lala, bonequinha de pano

Quanto mais coloridas, mais bonitas. Eram assim as bonequinhas de pano que minha avó fazia. Os retalhos iam sendo separados e guardados com todo cuidado. Pareciam pedaços de sonhos esperando a hora de transformarem-se em realidade.
Nós sabíamos que tinha que esperar, e mesmo sem saber, era como se estivéssemos gerando o que seria nossas filhinhas. Sim, eram sempre bonecas, - bonecos - salvo quando pedíamos.
Não sei por que vovó quase não fazia bonecos. Acho que ela gostava de colocar os babados, rendas, frou-frou e os enfeites especiais que tornavam as ‘bruxinhas’ encantadoras.
Eu tinha várias bonequinhas daquela, mas a que eu mais gostava era a Lala. Com seus grandes olhos redondos, pestanas feita com fio de linha engomado, os cabelos de lã e uma baita rodela colorida com ‘rouge’ nas bochechas, era a minha preferida.
Um dia fiz o que seria o primeiro modelito para Lala. Foi um retângulo franzido na parte de cima e que foi sendo amoldado até ser preso na cintura. Depois com outro pedacinho de pano fiz a blusinha (outro retângulo com abertura para braços e cabeça) e a toquinha. Eu chamei ‘aquilo’ de vestido.
Minha avó querida (que Deus a tenha) a tudo observava atenta. As vistas cansadas, os dedos já trêmulos, acabaram de enfeitar a Lala. E quando me devolveu, senti que junto com aquela boneca de pano veio um carinho todo especial. Na minha inocência, sorri feliz e agradecida.
Hoje, já não tenho nenhuma delas. Entre as bonecas de pano de vovó e outras industrializadas vejo uma diferença quase gritante. Creio que as bruxinhas que nossas avós faziam eram recheadas com amor e carinho. Talvez não tivesse o esmero de essas modernas, mas embalaram o sono de muitas vovós, que hoje que as compram para suas netinhas. E, com certeza ficarão guardadas para sempre na memória e no coração de cada uma, assim como no meu, a lembrança carinhosa de alguma Lala.
A: Ligia.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Folclore

A data existe desde 1965, quando foi criada através de um decreto federal. Folclore é reunião de todas as tradições, lendas e crenças de um país.
O folclore brasileiro é considerado um dos mais ricos do mundo e foi formado ao longo das décadas por índios brancos e negros.
Para ser considerado folclore, é necessário que seja praticado por um grande numero de pessoas e que tenham origem anônima.
Uma das lendas brasileiras mais conhecidas é o saci-pererê, que adora fazer travessuras, como esconder brinquedos e derramar sal na cozinha.
O folclore da mula-sem-cabeça ainda é lembrado em pequenas cidades. Diz-se que ela aparece onde existam casas rosa ou escuras. A lenda diz que a mula sem cabeça é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. De quinta para sexta ela vai para uma encruzilhada onde se transforma.
Mas o folclore não exista somente em lendas. Ele pode ser percebido na linguagem, artesanato, religiosidade e até no tipo de roupas de uma nação. A dança, por exemplo, pode mostrar as características, os hábitos e os costumes de um país.
A única companhia de dança folclórica profissional do Brasil é o Balé folclórico da Bahia, criado em 1988, que realiza coreografias inspiradas na cultura baiana. Entre elas, estão o xaxado (ritmo surgido no sertão nordestino) e o boi-bumbá (dança característica em estados como Maranhão, Ceará e Bahia).
A palavra ‘folclore’ foi criada a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. “Folk”, em inglês, quer dizer “povo”, e “lore”, conhecimento.
Assim, folk + lore (folklore) quer dizer “conhecimento popular. O termo foi criado em 22 de agosto de 1846 por William John Thoms (1803 * 1885), um pesquisador da cultura européia.
Copiei.

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Eu te amo não diz tudo!

Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas.
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute:
Eu te amo não diz tudo!
A: Arnaldo Jabor.

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Amizade

Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas ou medos, mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso impedir que você leve tombos, mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se. Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem, mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens. Não é de minha alçada às decisões que você toma, mas eu posso apoiar encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites, mas posso apontar-lhe caminhos alternativos, procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se, meios de ser você mesmo sem medo da rejeição.
Eu não posso salvar o seu s2 de ser partido pela dor, pela mágoa, perda ou tristeza, mas posso chorar com você e ajudá-lo a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é ou como deveria ser: eu só posso amar você e ser sua amiga!
Fonte: Recebi da amiga Dite e estou dividindo com vocês.

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domingo, 21 de novembro de 2010

A história de um milagre




Às vezes, a natureza nos surpreende. Por este motivo hoje, esta história não será contada na pessoa dos cãezinhos resgatados como sempre e sim na do narrador, pela simples incapacidade deste de expressar seus sentimentos na pessoa de um cão para esta história triste, mas linda.Neste final de semana, recebemos um chamado dizendo que uma mamãe, que havia dado a luz a seus filhotinhos há menos de uma semana, havia sido atropelada. Imediatamente corremos ao seu encontro e de seus filhotes, mas infelizmente para a mamãe já era tarde demais. Resgatamos então os filhotes e trouxemos para o abrigo na esperança de que uma de nossas mamães pudesse amamentá-los e estimular seus corpinhos.Como vocês sabem, todos os cães que chegam até nós, além de cuidados, são castrados. Gravidez psicológica não é incomum em grupos de cães, mas é extremamente rara em cadelas castradas. Há algumas semanas, porém, uma de nossas peludas começou a apresentar sintomas de gravidez, algo impossível para ela, que já foi castrada. Obviamente, tratava-se de uma dessas gravidezes psicológicas raras.Inicialmente, tentamos colocar os filhotes órfãos com as mamães, mas todas rejeitaram os mesmos para cuidar de seus próprios. Foi quando nos lembramos de nossa “mãezinha psicológica”. Ao aproximarmos os filhotes dela, ela imediatamente começou a lambê-los e pouco depois estava produzindo leite. Eles começaram então a mamar como loucos e ela, desde então, não descuidou deles um minuto sequer.Há muito tempo nenhuma de nossas peludas castradas apresentava gravidez psicológica. Foi como se ela tivesse recebido um “chamado” para que estas novas vidinhas pudessem crescer sadias e em segurança.Sentimos pela mamãe que faleceu, mas não deixamos de enxergar aqui a beleza da vida e da natureza agindo pelas suas próprias maneiras que estamos longe de compreender, mas que nos surpreende e comove sempre.Os filhotes agora estão em segurança conosco e a “mamãe psicológica” orgulhosa e feliz.
Fonte: Clube dos vira latas.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O cachorrinho manco

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. “entre 30,00 e 50,00”, responde o dono da loja. O garoto puxa uns trocados do bolso e pergunta: “Eu só tenho 2,37, mas posso ver os filhotes?” O dono da loja sorri e chama Lady, que vem correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vem mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino aponta para aquele cachorrinho e pergunta: O que há com ele?
O dono da loja explica que o veterinário o examinou e descobriu que ele tem um problema na junta do quadril. Sempre mancará e andará devagar.
O menino se anima e diz: Esse é o cachorrinho que quero comprar! O dono da loja responde: Não, você não vai gostar dele. Se realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino fica transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, diz: Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 agora e 0,50 por mês, até completar o total.
O dono da loja contesta: Você realmente não vai gostar deste cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixa e puxa a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olha bem para o dono da loja e diz: Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Fonte: Copiado.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Segura a sua onda!


Tem momentos na vida em que parece que a única saída é chutar o balde. Mas o melhor é pensar antes de tomar qualquer atitude que possa ser inconseqüente. Mesmo se você for do tipo que explode com facilidade, tente segurar a sua onda.
Copiei.

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sábado, 13 de novembro de 2010

Meus cavalheiros

Estava no baile e, quando a música começou ambos estenderam a mão convidando-me a dançar. Fiquei surpresa e indecisa. Recusei e agradeci. Então o ‘mais velho’ cedeu à vez ao ‘mais moço’.
Prometi a ele a próxima música e acompanhei o ‘mais moço’ à pista de dança. O moço dançava muito bem e tinha uma maneira de conduzir a dama até um pouco ousada. Gostava de se exibir, eu diria.
Notei que o meu cavalheiro se portava de uma maneira muito inconveniente, suas mãos escorregavam pelas minhas costas indo e vindo das omoplatas até um pouco abaixo da cintura. Comecei a ficar incomodada com aquela situação e como pessoa educada que sou, procurava discretamente uma forma mantê-lo afastado. Isso parece que o excitava. Era quando ele inventava maneiras de puxar-me para si. Até que falou:
_Quero fazer amor com você? Quero que seja minha amante?
Senti o chão fugir sob os meus pés.
Que sujeitinho folgado! Que vontade de dar-lhe um soco.
_Não, obrigada, só vim aqui para dançar.
E devolvia cada gesto mais ousado dele com uma forte pisada nos pés. Vi que estava sendo pouco e mencionei que gostaria de voltar à mesa, mas ele fingiu não entender e começou a falar de sua vida. Disse-me que era casado e que não ia bem no casamento (detesto homens que usam estes subterfúgios quando estão a sua procura de aventuras). Ufa! Fiquei aliviada quando a música terminou.
Quando estava quase chegando à mesa, eis que surge o ‘mais velho’.
_Quer dançar comigo?
_Claro, eu lhe prometi, não! – respondi.
Caminhamos até a pista e marcamos os primeiros passos. Sua maneira de conduzir era firme e ao mesmo tempo delicada. E dançava bem, o carinha! Mantinha a distância necessária para uma boa condução e não inventava passos desnecessários. Talvez por isso desse para sentir a emoção da dança e da música em si.
_Reparei que vens sempre aqui! – disse.
_Eu gosto de dançar neste salão. – respondi.
E assim começamos uma conversa, que se revelou sadia e bem humorada. Falou-me de sua vida sentimental (divorciado, dois filhos) se era verdade, não sei. Também eu não estava ali para arrumar encrenca, meu caso era dançar...
Perguntou sobre minha vida, tudo de um modo simples, educado, não se achando o dono da situação e nem questionando minhas respostas.
Devo dizer que gostei de dançar com ele, conversar.
Trocamos de par algumas vezes, mas sempre encontrávamos um jeito de dançarmos novamente.
Mais tarde, quando a orquestra parou para o descanso dos seus componentes, pude observar que o salão estava muito cheio. Procurei na multidão e avistei o ‘mais moço’ com um copo de cerveja na mão. Ri comigo mesma ao vê-lo se jogando para cima da mulherada tal qual um desesperado.
Eu sabia que tinha pessoas ali em busca de uma aventurazinha, é valido. Mas a maneira como ele fazia a abordagem era tão ridícula, que só o dito cujo não se mancava.
Quando o ‘mais velho’ chegou a minha mesa, eu já estava sendo convidada por outro cavalheiro. Uma piscadela e entendi que ele esperaria a próxima dança.
Fui ao seu encontro e ouvi baixinho:
_Sabe que você é um amor de pessoa?
Eu não sabia.
Para o novo... A amante.
Para o velho... O amor.
Tivesse eu que escolher...
A: Ligia.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Conversa no ônibus

Quando não durmo bem à noite, é uma constante, tenho insônia, e sei a razão, apenas e tudo isso: medo, pode? Mas não é isto que pretendo contar. O cotidiano é o melhor palco para o teatro da vida. Sabe por quê? É verdadeiro, sem máscara, não importa senão o fato real. É a argila de que molda a vida. A vida de todos. O balanço do ônibus, para mim, é receita inigualável para um cochilo reparador, o balanço, ah! O balanço...
Num desses solavancos que perturbam o sono, percebi que tinha companhia no banco. Uma senhora de idade bonita, de cor negra, vestida de modo simples e limpa, saia preta, blusa branca, sem exagerados enfeites e com seu próprio perfume. Após o meu instante de vigília, voltei a fechar os olhos. Ouvi a voz mansa da minha companhia. Sabia que era verdadeiro o que dizia, assim como afirmei no início “senão o fato real...”. Sabe – dizia - durante toda a minha vida, até a muito pouco, construía meu castelo. Não, imaginava. Acho até que fantasiava. E este castelo erguido por uma quietude servil, da qual hoje me arrependo, ou não, isto não mais importa, enfim, o castelo caiu, e toda a minha forçada inocência fez-me estremecer, disse a mim mesma, perdi a vida vivendo nada, nadinha. Tentei erguer a bandeira da vitória, subir no monte e gritar “venci”, não tinha voz, não tinha o que festejar, fui um fracasso engatinhando para receber afago e nem isso recebi. Hoje, me recolho à vontade de Deus qualquer, nas mãos do destino incerto, danço a música da tristeza, do arrependimento, não há mais sonhos e menos ainda fantasias que ensaiava timidamente antes. Faço cara séria, tento aparentar uma tigresa, assim, tipo “não me toquem, sei me defender”, sei que nunca o soube, e muito menos hoje, fico numa espera passiva. Tenho atividades que enganam, fazem-me sentir útil, pra quem? Meus bichos, minhas plantas, minha casa? Sua voz tornou-se quase inaudível, abri os olhos e percebi brilho nos olhos dela. Não, eram lágrimas. A expressão era de calma e beleza que transcendia seu rosto com sinais da idade e da vida de muitos e muitos anos perdidos. Neste instante, vi uma luz em seu rosto, uma santificação transmutando a sua fisionomia em uma santidade que nunca imaginei ser possível num humano. A espiritualidade vinha de um ser búdico resplandecente, ao seu lado, sorrindo fazendo-a ainda mais bela. Desci contagiado pelo momento. Quando o ônibus se afastava ainda vi a luz que ninguém tinha percebido. Foi uma experiência de amor compartilhado, senti uma felicidade e leveza. Emociono-me ao relembrar estes momentos únicos. Preciso compartilhar contigo. É do cotidiano, do palco da vida. É nosso.
A: I. V. K.

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Contraste

Quando partimos no verdor dos anos,
Da vida pela estrada florescente,
As esperanças vão conosco à frente,
E vão ficando atrás os desenganos.
Rindo e cantando, célebres, ufanos,
Vamos marchando descuidosamente;
Eis que chega a velhice, de repente,
Desfazendo ilusões, matando enganos.
Então, nós enxergamos claramente,
Como a existência é rápida e falaz,
E vemos que sucede, exatamente,
O contrário dos tempos de rapaz:
– Os desenganos vão conosco à frente,
E as esperanças vão ficando atrás.
A: Antônio Thomaz.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Silêncio que fala

Deita aqui, descansa tua cabeça em meu regaço.
Deixa meu coração falar ao teu.
Não precisamos de voz, apenas silencio.
Deixa que ele diga o que nunca nos atrevemos a dizer,
Apenas ouça. No silencio eu ouvirei a ti, e ouvirás a minha voz.
Um minuto, uma hora, não importa. O importante é que estamos aqui.
A meia luz. A sós...
O silencio fala por nós.
A batida do coração sabe o que diz...
Final feliz...
A: Ligia.

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sábado, 30 de outubro de 2010

Corrente do Amor Fraternal

Olá amigos,
Por favor, entrem nesse link
http://refresque.sprite.com.br/criesuaarte/galeriaArte.jsp?id=252196
e ajudem a votar no projeto do filho de uma grande amiga, o jovem Paulo Americo C. Ramos. Precisamos de mais de 7000 votos e cada pessoa pode votar até 10 vezes por dia... Espero contar com o apoio de todos os amigos e amigas.
Muito obrigada e que Deus os abençoe.
Psiu: Repassem para os seus amigos.
Tenha todos um excelente fim de semana, com saúde e paz.
Bjs.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Primavera

Este singelo poema é uma das obras de uma grande amiga e poetisa:

Primavera
Reprima as lágrimas dos olhos,
Um galardão se aproxima...
É tempo de flores e alegria
Os pássaros cantam na colina.
Os campos estão viçosos
As plantas floridas
Os pássaros sugam o néctar
Distribuindo mais vidas.
Corra pelos bosques...
Cante com os passarinhos,
Que sossegam à noite
Quando voltam pro seu ninho.
É tempo de viver, é tempo de alegria.
Que as tristezas passem com o inverno
Que a primavera chegue todos os dias.
E os olhos abram para a vida
Para que possam ver a flor
Que nos campos e jardins
Está dizendo... Vida! Vida!
A: Elzi Senra

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sábado, 23 de outubro de 2010

Seja Sim, Seja Não

Seja sim, seja não...
Eu não sabia que tinha vida,
Tinha magia,
Tudo o que eu sentia.
Os teus olhos me disseram,
O que não querias dizer,
E os meus se emudeceram,
Por não saber responder...
Se era amor, não... Eu não diria,
Algo bem próximo, talvez,
Assim como flor e espinho,
Pássaros a repousar no ninho,
Folha levada pelo vento...
Dia que me oferece felicidade,
Noite em que morro de saudade,
Sozinha.
Na mente uma música que fala,
De um amor... Passado,
Na boca, a lembrança daquele beijo...
Roubado.
Ah! Teus olhos,
Ainda insistem em ver
Bem no fundo da minh’alma
O que insisto em esconder...
Talvez enxergue esta dor,
Chamando-me á realidade,
Não desisto de ir buscar,
Essa tal felicidade.
Meus pensamentos às vezes tão dispersos,
Conseguiram se entrosar
Nesses meus versos.
Meu interior me dirá em segredo,
Viver-se-ei ou morrerei de amor.
Que seja sim,
Que seja não,
A palavra é sua... Coração.
A: Ligia.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Truques em Nome do Amor

Um casal de velhinhos a que, chamaremos Sr. Matias e Sra. Carmem foi ao médico. A Sra. Carmem precisa de uma consulta e o Sr. Matias apenas a acompanhava. Antes que saíssem, ela deu uma cutucada no marido e ele então se lembrou de perguntar ao terapeuta se eles ali tratavam do ouvido, porque a mulher achava que ele estava ficando surdo. Diante da negativa - eles não tinham terapia para a surdez -, o velhinho olhou para mim e fez sinal de que a sua mulher estava ficando maluca. Aí sorriu com cara de moleque, piscou e foi embora. E tanto eu quanto o terapeuta ficamos com a certeza de que nem a velhinha estava ficando maluca nem o velhinho, surdo. Era provavelmente um caso típico da idade: a idade deles e a do casamento. Àquela altura o velhinho só estava a fim de ouvir o que lhe era conveniente, daí que surgiu uma surdez providencial que o ajudava a manter a união. E, assim, de pequenos truques e abnegações, com uma pequena surdez aqui, uma paralisia ali, uma cegueira acolá, todas muito convenientes (mas todas com limites) a gente vai levando essa coisa estranha chamada ‘amor’ e essa coisa praticamente inviável chamada ‘casamento’.

O velhinho surdo é que está com a razão.
(Texto adaptado de uma leitura de jornal).
Por: Ligia.

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sábado, 16 de outubro de 2010

Corrente do bem 'Kit Mococa'

A Silmara está fazendo um sorteio diferente aos leitores de um de seus Blog, o ‘Casa e Fogão’.
A ganhadora do Kit Mococa, não ficará com o kit para consumo, e sim, doará para alguma família. Pode ser um familiar, um vizinho, um amigo, ou até mesmo um desconhecido.
Enfim, a idéia desse sorteio é fazer com que nós, sejamos mais solidários ao nosso próximo.
Quer saber como funciona? Vamos lá...
1- Seja seguidor deste blog
2- Escrever no comentário: Eu me comprometo se vencedora do KIT MOCOCA, doá-lo para alguém.
3- Se quiser, (não é obrigatório) pode divulgar o sorteio no seu blog, twitter ou orkut.
4- Colocar nome completo, e-mail, cidade e estado.
5- As participações, só serão válidas, se estiver nos requisitos acima, e residir no Brasil.
O sorteio será dia 13 de Novembro de 2010, e será divulgado a ganhadora no Blog Casa e Fogão.
No Kit contém:
1 lata de leite condensado,
1 caixinha de leite condensado,
1 creme de leite,
1 caixinha de molho branco,
1 lata de brigadeiro,
1 lata de beijinho,
1 lata de cajuzinho,
1 lata de doce de leite,
1 manteiga,
1 caixinha de farinha láctea,
1 caixinha de mingau de arroz,
1 caixinha de mingau de milho,
3 unidades de Mocoquinha
1 achocolatado de 1 Litro.
Participe!!!!!!!!!!!
Boa sorte à todos.
Até a próxima.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quando o Mundo Para!

Sento-me diante do computador e fico esperando.
Tenho alguns trabalhos, nada que ocupe demais a mente. Só preciso de uma horinha, e pronto!
Agora o tédio. A cabeça está longe, do outro lado do mundo; numa festa de aniversário...
Consigo ver a alegria dos participantes e me vejo envolvida. Eu fui convidada? Não! Mas o que importa. Ninguém me conhece.
E se tem alguém que conhece na certa nem se lembra que existo.
Vou esperar que se apague a vela do bolo, o ultimo acorde da cantiga se espalhe no ar, e quando a festa terminar eu ainda estarei aqui esperando o mundo voltar a girar.
A: Ligia.

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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Feliz dia das crianças! ! !














Para todas as criancinhas deste mundão, desejos de um dia muito feliz, hoje e sempre!

Bjs.

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Vida difícil

De fato a vida está difícil, mas o gato está a exagerar.

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domingo, 10 de outubro de 2010

Ter Um Bom Dia


Mesmo que te surjam contratempos, afirma hoje, com convicção: Este dia é bom.
Nele vejo condições de bem pensar e agir.
Cada hora, cada minuto é abençoado e precioso.
Deus, que me vê e protege, dá-me este dia para que eu progrida e seja feliz.
Assim, farei das dificuldades um caminho para o meu equilíbrio, do nervosismo um meio de obter a calma e das desavenças uma força para a paz.
Estou pronto para amar, descobrir soluções e conviver com pessoas difíceis.
Dize isso para ti, pois, se dependes dos dias e das suas ocorrências, mais eles dependem de ti e são como sejas ou faças. O dia é tua fisionomia. O dia é bom para quem é bom para si mesmo.
Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita das tuas palavras... E do teu silêncio.
A: Michelle.

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sábado, 2 de outubro de 2010

Nossas Crianças, o Passado e o Futuro

Era uma vez, eu tão triste,
Tinha perdido a esperança,
Fui procurá-la no fundo,
Dos olhos de uma criança.

Seu rostinho triste, abatido,
E as lágrimas escorrendo,
Parecia me dizer:
_Tia, como eu estou sofrendo.

No seu corpo, só um trapo,
Resto que herdou de alguém,
Na mão um brinquedo velho,
Nem chinelinho ela tem.

Por quê? Perguntei a mim mesma,
Criança tem que sofrer?
E se são delas o futuro,
Elas não podem morrer!

Enquanto há vida, há esperança,
Crianças devem crescer,
Com amor, estudo e vida,
Pra poder nos suceder.

_Olhe em meus olhos, menina,
Ainda guardo a lembrança,
De ter sido bem mais feliz,
Nos meus tempos de criança...

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Andanças

Gente amiga, como vão vocês? Eu cá estou naquela fase de desanimo e falta de inspiração. Vejam vocês que, passeando pela blogosfera, fui parar no blog da Biah. E, não é que encontrei um texto dela que parecia ter sido escrito diretamente para mim (claro que, com pequeninas diferenças, pois sabemos que ninguém é totalmente igual, rs). Saí de lá tão fortalecida, que vim logo dividir a novidade com vocês.
O blog é dedicado à moda (com cada coisa linda), e vale a pena uma visita. Depois me dêem razão.
Segue o texto:
A vida e o acaso
É interessante pensar que a vida da gente é engraçada, como situações inesperadas acontecem e tudo o que já conhecemos sempre pode mudar. Vivo numa fase de grandes passos pessoais, e de uma tremenda auto-valorização. Mas para chegar neste ponto muito história aconteceu. É necessário quase sempre chegar ao fundo do poço, se esmigalhar em pedaços, para que novos valores sejam agregados na vida da gente. Não se pode querer apenas uma vida de acertos, de “precisão”, mas sim uma vida de progresso constante, com altos e baixos, numa mescla de morrer e viver, com diversos sabores dissabores. Na vida encontramos pessoas inconseqüentes, com comportamentos destrutivos em busca de um posicionamento no mundo, em busca do reconhecimento do outro e um sentido para sua existência. Essas pessoas não sabem que nem sempre as próprias mãos podem mudar o seu momento, e que isso só gera ansiedade, e às vezes destruição. Querer mudar, saber que tem que mudar e não conseguir mudar leva muita gente à loucura. Ter calma nesta hora é a melhor solução, pois mesmo quando estamos parados o mundo a nossa volta não está, e muitas situações acorrem ao mesmo tempo, podendo ter ligação positiva e direta conosco. A vida deve ser saboreada e sentida com cuidado. Não se pode querer fazer tudo do nosso jeito sempre, nem sempre se pode ficar na mesma filosofia de vida, ou não se pode querer moldar as pessoas da nossa maneira de pensar. Aposto que de uma hora para outra aquela pessoa chata muda, que de uma para a outra o telefone toca e uma proposta de um novo trabalho aparece, aposto que de uma hora para a outra, naquele dia frio e com garoa, naquele bar vazio, um amor aparece. Parei de lutar só com minhas mãos! Agora luto também com o acaso, com a dúvida. Hoje ainda faço minha parte, estudo, faço amigos, mando currículos, assisto ótimos programas, mas entrego boa parte dos acontecimentos da minha vida nas mãos do acaso, do “sem-querer”, do “eu ainda não sei e não controlo tudo”. Atitudes loucas, ansiedade em busca de um lugar ao sol gera desconforto, mas tenho certeza que tudo isso só nos faz perceber que não existe resposta para tudo, e que o tempo das coisas não é muitas vezes o tempo da gente, e que parar, respirar e perceber com cuidado é o melhor caminho.
http://bazardabiah.blogspot.com/

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Buscando Novidades


Novidade em decoração
Você está morrendo de vontade de fazer algumas mudanças na decoração da casa e gostaria de ver como ficaria o layout?
Tenho uma dica: testar as ferramentas do site Floorplanner.
É um simulador e planejador de ambientes, bem fácil de usar. E o bacana que trabalha em qualquer browser moderno (não é necessário baixar programas extras).
Não tem os recursos do Autocad, mas dá pra criar algumas coisas como à planta baixa do ambiente e fazer a decoração com móveis e objetos.
Depois você pode salvar e imprimir seus projetos. Que tal aproveitar o final de semana pra criar alguma coisa?
Vamos lá gente amiga, é uma boa diversão. Bjs.

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Reflexão

Photobucket
Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encontros e desencontros.
Quantas pessoas já passaram pela sua vida e te magoaram?
Quantas passarão pela sua vida só para roubar sua energia?
Quantos realmente estarão preocupados com você?
A questão é como você vai encarar essas situações.
Como ficarão seus projetos? Eles resistirão às amarguras e desacertos do dia a dia?
O objetivo você já tem: Ser feliz!
Como alcançar você já sabe: Lutando!
Resta saber o quanto feliz você quer ser.
E, principalmente, qual o limite que você colocou em seus sonhos.
Lembre-se: não há limites para sonhar.
“O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou”!
A: Texto adaptado.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Silencio da Madrugada

Silencio...
É madrugada sem sono.
Deito, levanto, penso, repenso e os pensamentos viajam.
Pega a estrada do passado, e vai embora..
Pega, curvas e desvios e desaparece na estrada.
E chega lá... Na infância.
Corre no campo, corre na chuva e na lagoa mergulha.
Corre atrás das borboletas e no galho da mangueira senta, para ficar bem mais pertinho do céu.
E a lua é tão clara que mais parece que é dia,
E no céu tantas estrelas, que nem dá para contar.
Todos os galhos cintilam cheios de vaga-lumes,
Tudo é tão bonito que os pensamentos pararam.
Mais é tempo de voltar, quem sabe o sono chegue, pois cansou de viajar.
E a infância tão bonita entre as estrelas ficou.
A: Terezinha C Werson.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Palhacinho e a Ampulheta

Distraído, o palhacinho observava o movimento de uma ampulheta, mas não conseguia entender o motivo pela qual ela deixava fluir toda a areia de seu interior para em seguida ficar de ponta cabeça e começar tudo de novo.
Ele – pensava – Que ficava em movimento a maior parte do tempo, dando cambalhotas, contando piadas e fazendo os outros rirem, pois era a sua vida, estava ali parado. E, pensando em fazer graça, pergunta com curiosidade:
_Que fazes, sra. ampulheta, já que a vejo aí movimentado incessantemente a sua areia?
Sem perder a marcação, responde a ampulheta cheia de orgulho:
_Marco o tempo das horas, o tempo da distancia ou de um abraço. Marco o tempo de uma dor, o tempo de um desafio, também marco o tempo do amor.
Há momentos que passam tão rápido que não consigo passar minha areia toda, e há também os momentos vagarosos. Então tenho que virar muitas vezes seguida.

Posso marcar o tempo que dura um sorriso ou uma tragédia. Neste momento, estou marcando o tempo que está aí parado, preocupado com a minha vida e sem cuidar da sua.
_Então sra. ampulheta – corta o palhacinho – seu trabalho é marcar tudo, tudo?
_Não palhacinho, eu sou como o calendário da vida. Marco o tempo de uma existência, mas não marco o da saída. Por isso, viro de ponta cabeça, a cada vez que termino de marcar um tempo. Tudo pode parar definitivamente, menos eu. E tenho que fazer isso muito rápido, pois tenho o tempo contado para marcar bons e maus momentos e tudo o mais.
O palhacinho entendeu que ainda não era à hora de ele parar, e dando cambalhotas, foi embora sorrindo feliz para quem cruzasse seu caminho. Enquanto isso a ampulheta permanecia ali no seu embalo, marcando o tempo de uma etapa em algum novo acontecimento.
A: Ligia.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais do que palavras

Quando as coisas acontecem, é quase sem perceber. Primeiro, a expectativa de um final de algo que nem começou. Depois a suposição de um percurso inadequado, e, entre as duas alternativas, a certeza que talvez não pudesse ser diferente.
Assim é o sentimento, mais do que palavra, é um acontecimento. Pequeno, grande, em maior ou menor em grau de intensidade, não pode ser descrito em textos de qualquer categoria. Bom ou mal deve fazer sentido. É parte importante da vida.
A: Ligia.

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domingo, 29 de agosto de 2010

A Morte da Noiva

O dia mais feliz da vida daquela noiva. O vestido branco sobre a cama, a linda grinalda e a coroação do sonho de amor de toda mulher.
Amava e sabia que era amada. Naquele instante, em outro lugar, o amor da sua vida também deveria estar ansioso para encontrá-la diante do padre.
Neste dia o quarto estava diferentemente bonito. Tinha sido o seu quartinho de menina e de moça. Um quê de mistério perambulava no ar e parecia projetar nas paredes uma sombra leve.
O dia que iria mudar de vida. Talvez a mudança mais radical de todas as vidas que, porventura pudesse ter vivido. Sonhava se tornar a Sra. S.
Cada noiva é única neste dia. Ela não era exceção.
Srta. S. ia se casar. Tudo pronto, igreja, festa... Um aperto no peito. Emoção demais. Lentamente começou a vestir-se. A expectativa era muita. Amigas queriam estar ajudando-a. Ainda não, a noiva precisava daquele momento seu.
Extasiada, se permitia divagar. Em sua cabecinha, como um relâmpago, vislumbrou vários flashes de sua vida. Infância, adolescência, o álbum de fotografias que a acompanhava desde bebê. Tempos de escola, o carinho e a união da família, o emprego estável. Até o primeiro namoradinho foi lembrado.
Lembrou quando trouxe esse que seria seu marido para conhecer a família, o pedido de noivado. O pai, cheio de recomendações, a mãe, oferecendo os quitutes que havia preparado com carinho para o dia, e os irmãos achando que aquele rapaz ia lhes roubar a irmã querida.
Agora estava ali, quase pronta para continuar sua vida. Ela diria: _Sim!
E seria feliz para todo o sempre.
Imaginou como estaria o noivo. A única coisa que sabia é que ele vestiria um terno cinza. Aos seus olhos, haveria de estar muito bonito. O seu marido...
De novo aquele aperto no peito, agora bem mais forte, mesmo assim sorriu. Hoje, começaria uma nova fase na vida. Uma vida que tinha começado muito antes de ela nascer. Uma vida que acompanha a cada um de nós por uma eternidade totalmente desconhecida.
Muito bonita no seu traje branco imaculado, deitou-se na cama e fechou os olhos. Um suave torpor tomou conta de si e ela permitiu-se relaxar. Quase inconsciente, sentiu um beijo terno roçar-lhe os lábios e não se assustou quando uma voz sussurrou no seu ouvido: _Venha!
E ela foi, deixando no leito o corpo vestido de noiva, que não precisava mais.
A: Ligia.
Obs. A foto foi copiada da Internet apenas para ilustrar o texto.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Rio de Janeiro, eu te amo!














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domingo, 22 de agosto de 2010

Eu Prometo!

Injuriei minhas idéias. Onde já se viu ser obrigado a votar num país que se diz democrático! É de doer.
Chega das autoridades acharem que a culpa por haver tantos parlamentares corruptos é da população que não escolhe bem seus candidatos...
Estamos num país onde somos obrigados a votar. E se somos obrigados a votar, é justo para que tenham a quem culpar quando os ‘eleitos’ fazem m---a. Pior que a maioria sempre faz isso.
São quatro anos, desenvolvendo um blá-blá-blá, metendo a mão, e a bomba nem sempre detona. Então vem mais quatro anos preparando outro blá-blá-blá que acaba se resumindo em: _Eu prometo!
Seria mais sensato que dissessem logo: _Eu meti a mão, mas não chega, então estou aqui para roubar mais. Votem em mim!
Ia ficar mais bonito, e com certeza ainda assim receberiam votos. Para alguns é valido votar num cara de pau assumido. Dá um quê de não estarem sendo enganados.
E assim caminham as eleições, os dias passam, a data se aproxima. E o que a gente ouve é sempre a mesma coisa: _Eu prometo!
Depois que assumem, simplesmente não podem fazer nada; não há verba. E se há, não basta. As obras só podem usar aquilo que cai no chão depois que enchem cueca, bolsa, bolso, etc.
Diante da cobrança daquela velha promessa, vem a resposta: _Depende de Fulano. E Fulano também não pode fazer nada. Nem sequer falar...
Seria bem melhor que completassem a frase: _Eu prometo não fazer nada! Não trabalhar, não receber salário, não roubar!
Aí, eu votaria mais satisfeita. Sem necessidade de estar usando o CTRL+Z, nem o DELETE. Vou votar. Que saco!
Dei ENTER, e vou continuar conectada. Tenho esperança de um futuro melhor, pelo menos para quem foi ADD neste Brasil agora.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Que lindo!

Os prêmios da vencedora do 1º concurso do blog de culinária da Ligia, já enfeitando a mesa. Obrigada amiga Elzi, pela foto.
Mas que 'cachorro' esse pinguim, hein! O lugar dele é em cima da geladeira, e não na mesa, paquerando a galinha...

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