quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Felicidades Mil Para Todos em 2010!

1º de Janeiro de 2010
Quando acordarmos é mais uma chance que Deus nos dá de: redimirmos-nos dos nossos erros, pedirmos desculpas a quem mesmo involuntariamente ofendemos, agradecer aos que nos ajudaram, amarmos mais, ajudarmos a quem precisar (sem distinção) procurarmos ajuda (inclusive D’Ele), livrar-nos de nossas prepotências (não somos filhos únicos, mas irmãos de muitos).
Lembrar-nos-emos que a vida é um eterno compartilhar, dividir, ganhar, viver e deixar que viva, sonhar, realizar sonhos, cultivar esperanças e principalmente achar o caminho certo da vida que Ele planejou para nós. E aprendermos... Aproveitemos todas as oportunidades que tivermos para crescer espiritual e materialmente, pelo nosso valor. Agradeçamos muito, pois nem todos tiveram esta chance de chegar até aqui. Sempre é dia de melhorar, não existe nada perdido, acredite...
Desejo de coração que em 2010 sejamos muito felizes a cada dia que vivermos, pois cada dia que passamos é um milagre que não se renova mais.
E que não falte saúde, paz, prosperidade, alegria, harmonia em família, amigos verdadeiros, e muito amor no coração.
Só depende de nós...
Sonhe... Para ser feliz...
Acorde... Para realizar o seu sonho...
Seja um vencedor...
Feliz Ano Novo para todos!
AA: Ligia e Luiz.

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Dez Letras

O jogo parecia ser fácil e o prêmio tentador: Felicidade. Foram inscritos muitos candidatos. Até os que se julgavam felizes queriam participar, e com as mais diversas intenções. As regras eram claras, todos deveriam fazer uma redação dizendo o que seria ‘FELICIDADE’, na concepção de cada um, e o que os deixaria mais felizes.
Jogo aberto foi dado a largada. Alguns se confundiam e já saíam atropelando os adversários. Outros se sentaram em seus ricos escritórios, contabilizando seus bens e preocupados em os aumentarem dez, cem vezes... Isso seria a felicidade para eles.
A feia achou que ganhando uma plástica geral já seria feliz. O velhinho, na fila do banco, olhou de soslaio para a jovem na outra ala, e suspirou, - Que felicidade se pudesse voltar a ser moço! E tinha pensamentos inconfessáveis...
Deus, um dos juizes invisíveis daquela competição, sabia o resultado final, mas queria observar o comportamento de cada um.
No parque, o bebê no carrinho, se jogava e esperneava querendo descer. Na certa estaria pensando, que feliz seria se pudesse estar brincando na areia, pisando a grama, etc. Todos queriam a felicidade não alcançada materialmente. A velhinha queria uma prótese dentaria, o cientista sonhava descobrir a formula da sabedoria. O mendigo trocaria de bom grado os papelões onde dormia, por um colchão e cobertor... Ninguém fugia a regra.
A luta continuava e os candidatos só tinham preocupações com seus propósitos, pois o tempo para apresentarem seus conceitos de felicidade estava terminando.
Menos para Job, menino de uns dez anos que tinha tudo, e só estava na competição por curiosidade infantil. Ele pensava: Será que felicidade é mais do que ter uma família unida, casa grande, carros na garagem, muito dinheiro no banco, boa escola, saúde, pais amorosos, e nada, absolutamente nada com que se preocupar!
Então, tomado pela preocupação e sentindo-se cansado, resolveu que não mais competiria, parou de escrever e foi dar uma volta pelo jardim. Queria pensar... Numa das voltas, viu aquele menino muito humilde (teria uns dez anos também) que, de rosto colado nas grades da bela casa, suspirava:
- Deve ser a maior felicidade correr naqueles jardins, escorregar na escadaria como se fosse carrinho de rolimã, será! Como eu, que não sei escrever escreveria ‘felicidade’? - Perguntou a si mesmo.
E assustou-se, quando ouviu aquela vozinha:
- Que quer aqui, menino?
- Estou procurando a felicidade, é aí que ela mora? – Devolveu o menino...
- Acho que sim! – respondeu Job.
- Deixe-me vê-la, por favor! Implorou ansioso, o menino pobre.
- Sim, venha comigo...
O segurança da mansão hesitou por uns instantes, antes de liberar a entrada do menino que conversava com o patrãozinho. Mas vendo simplicidade nos olhos daquela criança foi gentil e pediu que uma das arrumadeiras fizesse companhia aos meninos.
Dentro da casa, Job conseguiu que o menino fosse banhado, vestisse roupas adequadas e diante da mesa rica em guloseimas, sentaram-se os dois. E conversavam animadamente (coisas de crianças) enquanto comiam.
- Já vi muita coisa bonita, amigo, mas ainda não vi a felicidade?
Como que procurando, os olhos do menino se arregalavam a cada aposento visitado, e quando chegaram ao quarto de Job, a surpresa foi enorme.
- Uau! Esse quarto é só seu?
- É, quer jogar vídeo game?
- Sim, eu quero!
Job escolheu um jogo e brincaram por um bom tempo, até que o menino, interrompendo o game, indagou: - A felicidade mora aqui!
Falou Job:
- Bom, sou um menino e não sei ao certo, mas acho que sim... E estou muito feliz por você estar aqui!
E abraçaram-se ternamente.
- Estou sentindo o seu coração! Exclamou o menino, parecendo extasiado.
- E eu, o seu! Respondeu Job.
- É felicidade! Exclamaram quase a mesma voz.
E ficaram por mais alguns segundos abraçados como se fossem velhos amigos.
Um pouco mais tarde, hora da despedida. - Agora preciso ir, tenho que contar prá minha mãe que a felicidade está aqui, dentro de mim!
E correram em direção ao jardim. No portão, enquanto se despediam, Job falou:
- Volte quando quiser. Eu também sinto a felicidade! As duas mãos cruzadas sobre o peito tentavam manter controle sobre o coraçãozinho saltitante.
Enquanto isso, a competição corria acirrada. O premio: Felicidade...
Talvez fossem apenas dez letras escritas numa placa de um material qualquer, mas para aquelas duas crianças bastou um sentimento verdadeiro para deixá-los ainda mais felizes. Cada um na sua condição, sem precisar de concurso algum.
E o menino Job escreveu: Eu já tenho felicidade, e ela faz meu coração bater forte quando abraço um amigo, quando divido meus brinquedos com ele e quando o vejo ir embora contente.
Aquelas duas crianças tinham razão... A felicidade está conosco, onde estamos e no que possamos fazer para deixar nosso semelhante feliz.
E Deus viu muita gente se perder nos caminhos de uma busca por uma coisa que na verdade está dentro de cada um. Por que felicidade, antes de escrever as dez letras, é preciso sentir, e dividir.
A: Ligia.

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Homenagem Póstuma a Minha Mãe...

“Minha Mãe, quanta saudade,
A sua ausência deixou,
Vivo bem mais perto dela,
Depois que Deus a levou...”

Custo a acreditar que já não a tenho. E lembrar que até bem pouco tempo eu pegava, acariciava a mãozinha frágil, debilitada. Os dedos já não tinham forças para entrelaçar outros dedos. Seu olhar, às vezes fixos num ponto qualquer, outras vezes, semi-fechado. E tão bonita!
Esteve muito doente e mesmo tendo emagrecido assustadoramente, ainda conservava traços de beleza. Quase uma Nossa Senhora! Agora descansa junto ao Criador.
Fica em paz querida mãe, guardarei dentro de mim a lembrança do seu sorriso e onde quer que esteja, veja que já não estou mais me sentindo sozinha.
Primeiro Natal sem a senhora! Não gostava de festas. Mais uma vez, tropecei nas emoções. Estendi a mão à procura da sua, como se fosse uma menininha. Eu, que estive o tempo todo ao seu lado, já não podia tocá-la.
Mãe querida... saudade doída...
Entenda que seu lugar agora é no fundo do meu coração. E é lá que deve ficar até o dia em que O Pai determinar que vá ao seu encontro. Enquanto isso querida, será só “SAUDADE” (nome que dei ao sentimento de carinho que se fundiu ao pesar pela falta que a senhora me faz).
Descanse em paz, sabendo que jamais será esquecida. Por que mesmo distante se faz presente? Deixe que fique esse laço invisível entre nós, só não puxe! Preciso preencher sozinha este vazio que fica, toda vez que em si penso.
E por todo esse amor, ofereço-lhe uma oração...
Sua benção! E que Deus a abençoe também...
A: Ligia.

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Segunda Feira

Segunda feira... Tarefas cumpridas, caminho cansada, vinda de mais um dia de trabalho. Cheguei a pensar que não conseguiria. Faltaram-me forças, mas não fui vencida.
As esperanças devem ser renovadas, não a cada dia, e sim, a cada minuto. Já me considero vitoriosa mesmo sem ter alcançado o podium, sei que ele será o resultado da minha luta, a mais persistente. Sei também que terei que continuar lutando se quiser fazer valer a minha vitória.
Agora estou bem próximo a casa. Meus olhos têm um brilho diferente, o coração fica leve. A bolsa, antes apertada sob o braço, deixa sentir a mão ansiosa a procura das chaves.
Cheguei – penso alto – E agradeço a Deus ter-me permitido terminar este dia de luta, e trazer-me de volta sã e salva, ao aconchego do meu pequeno, e grande lar.
Depois os cumprimentos, um afago para ti-ti (a minha cachorrinha querida), respirar fundo e soltar a voz: Amanhã, novo dia!
É assim que me sinto bem.
Uma guerreira como eu jamais fugirá de uma luta.
A: Ligia.

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domingo, 20 de dezembro de 2009

Bendita Lagrima

Bendita a lagrima em que se cristaliza o acervo atroz de nossas dores e que dilui o negro fel de nossas mágoas.
Bendita a lagrima a cuja tona flutuam farrapos sombrios de sonhos dourados e em cujo fundo vagueiam espectros tristonhos de esperanças mortas.
Bendita a lagrima dos que carpem a desdita de nascerem sem teto e choram a desgraça de viverem sem pão.
Bendita a lagrima dos que jamais conheceram um afeto de mãe e nunca provaram um carinho de esposa.
Bendita a lagrima, desafogo amigo dos que são sós e consolo ardente dos que são tristes.
Bendita a lagrima dos que põe nos ombros a cruz de seu próximo e o ajudam a escalar o calvário da existência.
Bendita a lagrima dos que buscam, errantes, o calor de um afeto e somente encontram o frio de desprezo.
Bendita a lagrima dos que sofrem injustiças pelos ideais que defendem e só colhem ingratidões pelo bem que semeiam.
Bendita a lagrima que erige no cérebro um templo á Verdade e converte o coração num sacrário de Amor.
Bendita a lagrima que aflora, escaldante, nas noites do sofrimento e esplende como um sol nas manhãs da redenção.
Bendita, enfim, a lagrima, gotas de luz das auroras celestes e síntese terrena do orvalho divino.
A: Rubens C. Romanelli.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Solidão...

Hoje deixarei que meus pensamentos voem e meus dedos teclem o que o coração ditar. Neste final de semana convidei a solidão para ser minha companheira. Desta vez, fiz questão. Parece mentira, mas eu precisava desses momentos com o meu interior.
Comecei tentando juntar pequenas coisas, observando detalhes, logo desanimei. Aí veio o tédio, bem maior do que imaginei. Precisava construir alguma coisa para preencher aquele vazio, e como sempre, era o computador estava ali, estático, esperando, quase a dizer:
_Estou aqui, use-me!
Ousei fazer a coisa que mais gosto – escrever – comecei textos, receita culinária, poesias, inventei moda, nada funcionou.
E o tempo foi implacável comigo, não fez a mínima questão de passar rapidinho, como acontece quando nossos momentos são felizes.
Minhas lembranças desse final de semana hão de ficar profundamente guardadas... Bem guardadas. E vou fazer com que se transformem em lembranças difíceis até de serem lembradas. Preciso que seja assim!
Vejo-me parada, cabeça erguida, mas uma vontade imensa de chorar. Tenho que esperar o próximo final de semana...
Se pudesse voltaria no tempo e faria tudo diferente, ou, pelo menos tentaria. Só que agora as pernas já não obedecem. Os olhos turvam-se. Não hei de esperar desabar totalmente.

No pequeno espaço que ainda tenho sob os pés, giro sobre o próprio eixo, volto a sentar-me diante do computador e deixo que as lágrimas rolem a vontade.
Nunca vivi dias tão longos, tão vazios. E lembrar que foi minha a idéia de fazer diferente...
A: Ligia.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lá vou eu... de férias...

Indo curtir férias. Tenham um ótimo Natal e um Ano Novo cheio de venturas... Até a volta, se o Sr. Deus assim o permitir.
Beijo de paz para todos...

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Perto

Quem me dera sentir-te
Assim perto,
Agora que estou só,
No meu deserto,
Só vejo e piso areia,
Não existem sombras,
Nem meu coração
Consigo ouvir.
Gostaria de ter-te
Neste instante,
Aqui...
A: Ligia.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Tudo de Bom em 2010!

"Adeus ano velho, feliz ano novo,
Que tudo se realize no ano que vai nascer,
Muito dinheiro no bolso,
Saúde para dar e vender..."
Para vocês, com todo o meu carinho.
A: Ligia.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ao meu amigo I.

Obrigada por confiar em mim. Como você pediu estou dando minha opinião.
Quer mesmo saber o que seja “Ler e Escrever?” Se lhe sai do coração é apenas a maneira de registrar o que queres que permaneça. Digamos que a mente ordene que se “escreva” no papel a letra “A” e a letra “I”, dependendo do momento, seu coração vai lhe dizer como será o som da palavra na hora da “leitura”. Sim, porque esse “AI” tanto pode ser um gemido de prazer quanto um grito de dor.
No seu caso em especial eu diria; escrever e ler são atributos do coração e quando é o coração que quer desabafar não existe regra, disciplina e nem mente que o controle.
Não entendi direito à parte em que diz: uma pessoa “importante” fez comentários depreciativos sobre seus escritos. Qual seria a real “importância” dessa pessoa? Um Crítico Literário... Ou um “chato” qualquer?...
E porque “VdP”? Um peixe precisa ser comprado, e fique certo que, sardinha ou bacalhau, vai fazer a alegria de quem o compra. Assim como uma apostila que ajudou um estudante, ou uma revista pornô que foi parar nas mãos de algum leitor safadinho.
Ninguém precisa achar-se “menor” porque valorizou demais alguém que não mereceu. O verdadeiro amor só conhece quem realmente sentiu isso vindo de dentro. Quem ouviu um “eu te amo...”, apenas ouviu.
E amor para sempre é aquele que quando chega a hora de se recolher, vai para um cantinho do coração, e lá fica, deixando livre a mente para que possa cultuá-lo em versos, prosas, até mesmo num novo amor.
Voltando ao principio do texto; Terá sido uma magoa assim tão grande? Se for, é hora de gritar, botar para fora... Deixar o vento levar as palavras... (Ufa! Fica um alívio no peito).
No fundo, até dá para entender. Disse-me um anjo que nas nossas vidas tudo tem um propósito e temos que cultuar só o que nos dá prazer, nem que seja uma grande dor. O “parto” compreende uma “grande dor”, e mesmo assim as “mamães” têm os seus filhinhos.
Meu amigo, *se ficar preocupado com o tamanho da estrada, se ficar pensando no cansaço, como pensas vencer a caminhada se não der o primeiro passo*.
Lembre-se: Só tem uma vitória que é sua... Aquela em que você lutou por ela. As outras, são conseqüências...
Não repare o meu jeito de escrever, tenho muito que aprender ainda. Só que não poderia deixá-lo sem resposta, conte comigo sempre que precisar.
*Bela frase, essa. Li em algum lugar, marcou...

Beijo com carinho,
Ligia.

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