segunda-feira, 27 de julho de 2009

Não Pude Esperar

Não pude esperar
Não pude esperar,
Pelos momentos que não sei se chegariam,
Por tudo que alguém me prometeu,
Pelo que decifrei como alegria,
E os amores que nenhum de nós viveu.
Não pude esperar,
Que se fizesse em minha mente, a luz do dia,
Por que teria que esperar amanhecer,
Na igreja, o sino anunciava a Ave Maria,
E eu orava para não vir o anoitecer.
Noite fria, tão vazia,
Sem alegria.
Não pude esperar,
Para o que viesse a acontecer,
Sentia falta de uma presença amiga,
Até lembrar que nunca foi presente,
Pelas angustias a que me submetia,
Não sei se por mais tempo esperaria,
Não pude esperar...
A: Ligia.

5 comentários:

pormaisqdmais 27 de julho de 2009 20:29  

Ligia, gostei muito desta poesia, muito sensivel. bjs 1000 - fffc (Fátima)

Sol e Luar 31 de julho de 2009 03:14  

Ola Ligia, cheguei a este acolhedor espaço atraves de uma amiga comum.
Gostei deste poema, está bonito. Vou levar o selinho, que agradeço. se quiseres dar-me o prazer da tua visita, ficarei contente
BEIJO

Isabel 31 de julho de 2009 03:47  

Ola amiga Ligia como vais?
Ligia o poema está lindo escreves muito bem.
Vamos levar o teu lindo selo para alegrar o nosso espaço.
Beijos de paz

Maysha 31 de julho de 2009 04:32  

Ola amiga, parece que finalmente a constipação começa a ir embora, já tenho saudades de visitar os espaços lindos dos meus amigos.
Fica bem minha querida, vou levar o selo, obrigada.
Continua a escrever, é um prazer ler-te
Beijos de luz
Isa

Maysha 31 de julho de 2009 08:00  

Ligia vai buscar para o teu blog o selinho que tiveste a gentileza de me fazer.
Beijinhos
Isa

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