sexta-feira, 29 de maio de 2009

Câncer de Mama X Mulheres de Peito

Campanha Importante
Há muitos anos tem-se a falta de informação como a maior doença da humanidade. Existem pessoas que quando se deparam com um problema preferem ignorá-lo a enfrentar a situação, se prejudicando muito. Por isso, quando uma grande amiga descobriu seu diagnóstico de câncer de mama preferiu enfrentar a luta que se apresentava pela frente de peito aberto. Só que já era tarde (dois anos depois ela veio a óbito). Pesquisando sobre o assunto descobri alguns sites muito interessantes que quero compartilhar com as pessoas amigas que visitam meu blog. Quero ainda lembrar a todos, a importância dos exames freqüentes tanto das mamas, como os de rotina (ginecológico, cardiológico, urológico, etc). Por favor, se achar que vale a pena, passe esta mensagem. Obrigada.
www.neomama.org.br
www.cancerdemama.com.br
www.deolhonamama.com.br
www.inca.gov.br/conteudo
www.andre.sasse.com/mama
www.amigasdamama.com.br
www.unimeds.com.br
(Ou procure seu médico, um posto de saúde, etc... O importante é manter-se viva(o) e saudável).
Copiado do Blog de uma amiga.

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Buscando a Paz


Que alegria foi o meu passeio no Aterro do Flamengo. Ainda ouço as maritacas cantando. É só fechar os olhos e o sinto a brisa vir beijar-me o rosto. A grama verde, os bancos, até a pista de caminhada... Já sinto saudades.
Os passos vãos lentos, não há pressa para a chegada. Deixo que meus olhos desfrutem cada centímetro do espaço ao redor. Bem perto, o Monumento aos Pracinhas, adiante a Marina da Gloria, estou chegando na Cidade das Crianças, já vejo a Baía de Guanabara e ao fundo, majestoso, o Pão de Açúcar. Que bela visão!
O sol, tímido, mostrava tênues raios, naquele dia nem ele ousou atrapalhar meus devaneios. Preferiu manter uma temperatura amena e ficar como mero espectador daquele momento especial para mim. E caminhei.
Acho que estava com um sorriso bobo no rosto, pois os caminhantes que vinham em sentido oposto a mim, sorriam também.
E tinha meus anjos. Não, eu não estava sozinha!
Caminhar faz bem ao corpo, a alma e ao coração. Saúdo o colibri que passa e ele dá sua clássica parada no ar, como se retribuísse meu cumprimento.
Meus pés estão no chão, mas a mente divaga. Penso numa pessoa querida.
Minha alegria é quase infantil, coisa que só um coração sensível seria capaz de perceber. E lá estavam eles: o pipoqueiro, o sorveteiro, o vendedor de balões e como não poderia deixar de ser, crianças, muitas crianças.
O colorido daquela manhã era esplendido, perfeito.
Continuei a caminhada aproveitando ao máximo a magia da paisagem. Cantinho privilegiado da cidade do Rio de Janeiro. Minha vontade era cantar, gritar, acenar para o nada, rodar. Queria que todos vissem minha felicidade.
Permiti-me sentar um pouco, e fechei os olhos para absorver aquela energia. A paz estava ali, era só esticar o braço e poderia toca-la. Tudo era muito poético. Outono... Salvo as flores da ocasião, era o cheiro bom do verde que fazia crescer em mim o desejo de voltar outras vezes. _Porque tem gente que maltrata a natureza? Perguntei a mim mesma.
Fui até a beira-mar. O vento soprou com força a água provocando uma marola que veio se desfazer aos meus pés. Senti-me como uma rainha recebendo a homenagem de seus súditos, e estendi a saudação a Rainha-Mor: Odo-yá...
Uma lágrima furtiva teimou, e escorreu pelo meu rosto.
Senti que era chegada a hora de tomar o caminho para casa.
E voltei em paz.
A: Ligia.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Quero Ser Teu Amigo

Quero ser o teu amigo,
Nem demais e nem de menos,
Nem tão longe e nem tão perto,
Na medida mais precisa que eu possa.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar,
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar,
E sem calar, quando for hora de falar,
Nem ausente, nem presente por demais,
Simplesmente, calmamente, ser-te a paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência,
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
A: Fernando Pessoa.
Colaboração: Marly.

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sábado, 16 de maio de 2009

Nesse Dia Ele Não Disse: Volte!


“Não há pedras em meu caminho,
Não há ondas no meu mar,
Não há ventos ou tempestades,
Que me impeça de voar”.
(trecho de uma música do conjunto de rock “Roupa Nova”)
Tinha muito a ver. Bastou um alento, um empurrão e eu voei, a princípios receosa, depois sem medo. Voei alto, bem alto e livre. Vivi uma emoção enorme a cada segundo, cada minuto.
E vi que não se pode voar com os pés no chão. Seria como um pássaro com a asinha quebrada. Coloquei meus pés nus nas areias escaldantes do deserto, e queimei. Não era o meu caso. Eu tinha medo de encontrar um grande e tenebroso vazio na minha frente. Não se voa amarrado em pensamentos, nem se espera por quem já cansou de voar. Sacudi com energia a poeira da vida e voei.
Sábio é quem entende que não pode manter engaiolado quem nasceu para a liberdade, e ensina, encoraja, liberta. Feliz é quem aceita e voa atraz de seus sonhos. E acorda para realizá-lo. E agradece.
É muito bom voar...
Volto a escutar as vozes do tempo, perdida em misterioso diálogo comigo mesma. É meu interior que reclama, e se questiona sobre a possibilidade de um amor. Sinto-me perdida. Será que é melhor voar só? Ou em bando?
Vou bater em poste, pousar em rede de alta tensão, mergulhar num mar revolto, voar em círculos num deserto, mas enquanto puder, vou voar.
E vou rezar para não ser presa fácil nas redes de um caçador qualquer. Salvo se ele tiver muito amor para dar. E quiser ser amado...
Por mais que queira dizer, sempre direi pouco. Quero as respostas que estão dentro de mim, e só a mim elas se revelarão!
Preciso voar. Sinto em mim a energia do universo. Olharei para traz e não reconhecerei o caminho. É cedo para voltar. Estou perto do infinito e é lá que quero chegar.
Já não sou mais a mesma.
Sou um beija-flor, estou voando!
A: Ligia.

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Só Tinham Três Bombons

Já tinha caminhado muito pela cidade visitando lojas, pesquisando preço, passeando. A manhã estava tranqüila e estava chegando o aniversário de uma amiga. Eu queria comprar-lhe uma lembrancinha. Como é ruim comprar presente para outra pessoa, a gente nunca sabe se vai agradar. Mas como estava com tempo, fui à luta.
Mal colocava o pé na porta de uma loja, logo aparecia uma vendedora ou vendedor para fazer sombra. Era assim em qualquer lugar que entrasse.
Que coisa chata! Eu pensava. Mas compreendia que fazia parte do trabalho deles, agradecia, e discretamente saía. O calor começava a me incomodar, então entrei numa lanchonete e pedi um suco de laranja. E fiquei sentadinha lá no canto. Foi quando ele entrou. Era uma figura muito estranha, com aquela roupa soturna. Cabisbaixo evitava olhar as pessoas no rosto. Parecia envergonhado por estar naquele lugar.
As pessoas presentes se entreolhavam incomodadas com a presença daquele senhor ali no balcão, (sim, era interessante e também um pouco assustador). Aí ele enfiou a mão num dos bolsos, com dificuldade contou umas poucas moedas e perguntou a vendedora quanto deveria pagar por uma caixinha com três bombons. Ao saber o preço ainda procurou mais algumas moedas e pediu que fosse embrulhada uma.
_Para quem seria! Fiquei curiosa. Seria para a mãe, alguma namorada, ou quem sabe um filhinho.
Quando ele saiu da loja não me contive e saí também. Ao ver que ele parava, disfarcei e sentei-me num dos banquinhos que enfeitavam a frente da lanchonete. Dali pude ver que ele desembrulhava a pequena caixa com o maior carinho. O primeiro bombom ele comeu quase que extasiado. Parecia um bebê faminto sugando o seio da mãe. Com que prazer ele degustou o segundo bombom. Seus olhos abriam e fechavam-se, sua boca se movia de uma forma voluptuosa como se estivesse levando-o a um orgasmo.
Na hora em que ia saborear o terceiro bombom, ele deu conta que eu o estava observando, então se virou e olhando nos meus olhos, perguntou:
_Quer um bombom?
_Não, obrigada! Respondi, quase sem voz.
E continuei ali sentada. Queria ter ido embora, mas as pernas não me obedeceram. Esbocei um sorriso envergonhado e mesmo cabisbaixa pude vê-lo satisfeito comer o último bombom. Só então eu levantei e comecei a caminhar pois ainda tinha um presente para comprar.
A: Ligia.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

*** FELIZ DIA DAS MÃES ***

“Tome cuidado para não fazer chorar uma mulher, porque Deus conta as lágrimas das mulheres.”
No relato bíblico da Criação, a mulher saiu da costela do homem. Não veio dos pés, para não ser pisada.
Não veio da cabeça, para não ser superior. Mas veio do lado para ser igual.
Veio debaixo do braço, para ser protegida, e do lado do coração, para ser amada.
O homem e a mulher, juntos, quando se amam e se sentem unidos como se fossem um, podem revelar todo o seu potencial, o que não é possível sozinho.
A questão não é quem é melhor ou pior, superior ou inferior, e sim se completar mutuamente. Como a semente e a terra.
A: Shmuel Lemle.

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