sábado, 21 de março de 2009

"SE"

Se voltarmos para traz, esbarraremos num passado que talvez queiramos esquecer. E se foi bom?
Não é o corpo e sim a alma, que é etérea. E o que é etéreo está em constante movimento. Justo esse movimento de busca e leva de recordações, que sabemos, podem ser bons ou ruins.
E a gente espera, nem sempre parados no mesmo lugar, pois sabemos que a vida passa e o que queremos é que os bons momentos permaneçam. Quem anda, alcança o que vem pela frente. E o que vem pela frente, nunca é o que ficou para traz.
Esperar! O quê? É chegado o momento de nos permitirmos sonhar. Se chorou, se sofreu, se dê um tempo. Deixe que suas verdades prevaleçam, mas não faça delas seu escudo. Se esqueceu como sonhar, feche os olhos e deixe que os sonhos povoem sua mente. Verás que essa capacidade ainda é forte, ainda é capaz de trazer um pouco de felicidade (nem que seja por uns breves instantes).
Não somos mais nós mesmos quando deixamos o útero materno. Somos uma constante mutação, e se não conservarmos nossa essência, com certeza nos perderemos e a caminhada terá sido em vão. Se Deus nos traçou uma estrada paralela, não há encontros.
Nem o coração é capaz de fazer uma escolha tão certa nesse caminho... Nem o coração...
Se me perguntas: _Porque não assim? Eu lhe respondo: _Só não é como a gente quer!
A: Ligia.

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quarta-feira, 18 de março de 2009

A Vidraça

Um casal recém-casado se mudou para um bairro tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, uma mulher reparou na nova vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: “Que lençóis sujos ela está pendurando! Está precisando de sabão novo. Se eu tivesse intimidade, eu perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!”. O marido observou calado.
Três dias depois, a vizinha pendurava lençóis no varal e, novamente a mulher comentou com o marido: Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!”. E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso enquanto a vizinha pendurava suas roupas.
Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: “Veja, ela aprendeu a lavar as roupas! Será que a outra vizinha lhe deu sabão?”.
O marido calmamente respondeu: “Não. Hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!”.
A: Samuel Leme.

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terça-feira, 10 de março de 2009

Momentos de Humor

O Recibo de Agiota
O cara pagou a última prestação da dívida com o agiota e pediu o recibo.
_Você não confia em mim? Eu não vou te cobrar de novo, não!
_Sabe o que é? É que quando eu chegar no céu vou ter que prestar contas a Deus de tudo o que fiz e não quero passar o resto da vida, quer dizer, da morte procurando você no inferno_explicou ele.

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Caminho A Seguir

Certa manhã, eu caminhava com um amigo pelo deserto do Mojave. De repente, vimos algo que brilhava intensamente. Mudamos os nossos caminho para ver de perto o que emitia tal brilho. Andamos quase uma hora e vimos que o brilho vinha de uma simples garrafa de cerveja. Na volta, eu só conseguia pensar quantas vezes deixamos de seguir os nossos caminhos atraídos pelo falso brilho do caminho ao lado. Ao mesmo tempo, eu pensava também que, se eu não me preocupasse e não fosse até lá, como saberia que era apenas um brilho falso, que não significava nada.
Autor: Paulo Coelho.

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sexta-feira, 6 de março de 2009

Momentos de Humor

1) O Censo na cidadezinha
Dez anos depois, a moça do censo volta a cidadezinha do sertão e constatou que a população nem aumentou nem diminuiu. E pergunta a uma velha moradora: _Caramba! Como pode isso acontecer?
_Fácil! Cada vez que nasce um bebê, foge um rapaz da cidade...

2) Os Dois Amigos
Dois amigos estavam jogando conversa fora, e um deles disse: _Fiquei preso dois dias no meu carro e só sai ontem!
E o outro cheio de curiosidade, perguntou:
_Como você saiu?
_Eu abri a porta.

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Não Ame Pela Beleza...

Não ame pela beleza,
Pois um dia ela acaba.
Não ame por admiração,
Pois um dia você se decepciona,
Apenas ame,
Pois o tempo nunca acaba, Com amor e sem explicação,
Pois a grande é a arte da vida,
É acordar depois de um sonho, Levantar depois de um tombo, Sorrir depois de uma decepção, E nunca desanimar.
A: Madre Tereza de Calcutá.

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