quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Já Aconteceu Comigo

Já escondi um amor com medo de perdê-lo. Já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo a ponto de nem sentir minhas mãos... Já expulsei pessoas que amava da minha vida e me arrependi por isso... Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, a ponto de nem conseguir fechar os olhos... Já acreditei em amores perfeitos... E descobri que eles não existem...Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram... Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem eu sou, já tive tanta certeza de mim, a ponto de querer sumir... Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi... Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para, mas tarde chorar quieta no meu canto... Já derramei lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir... Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, e deixei de acreditar nas que realmente valiam... Já tive crise de riso quando não podia, já quebrei pratos, copos, e vasos, de raiva... Já senti muita falta de alguém, mas não lhe disse... Já gritei quando deveria calar, já calei quando a vontade era gritar... Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar a uns, outras vezes falei sem pensar e magoei outros... Já fingi ser o que não sou para agradar a uns, e já fui o que não sou para agradar alguém... Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse... Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava e magoei outros... Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz... Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava... Já sonhei demais, a ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali...” Já caí inúmeras vezes achando que não iria me erguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais... Já liguei para quem não queria apenas para ligar para quem realmente queria... Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava... Já chamei pela “Mamãe” no meio da noite fugindo de um pesadelo... Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda... Já chamei pessoas próximas de “Amigo” e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e serão sempre especiais para mim...
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre... Não me mostre o que esperam de mim, porque eu vou seguir meu coração...
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual. Porque sinceramente sou diferente!... Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão... Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pessoa para sempre!
Gosto das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes...
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Posso até estar caindo de um penhasco que certamente gritarei: EU ADORO VOAR...
Pois eu sou assim...
Colaboração: Júnior do 127

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Nunca Substime O Poder De Uma Mulher

Achei muito interessante essa história.
Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero. Eram dez homens e uma mulher. Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda, pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas... Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas...
Moral da história: Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...
(Copiado).

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domingo, 25 de janeiro de 2009

O Meu Amado O Que Diria

E o meu amado o que diria se eu partisse?
O que diria se este verso não ouvisse?
O que teria em suas mãos senão um corpo dessangrado, cheio de carne, de suspiro, de delírio apaixonado?
Faltaria, porém, o recheio das idéias, a loucura e a razão,
Que transforma um encontro sem graça em uma tremenda paixão!
Mas não tema o meu querido que esse amor desapareça, pois ele é amado ao mesmo tempo por um corpo e uma cabeça.
O corpo ele pode beijar, cheirar, fazer do corpo mulher.
Mas a cabeça o possui, manipula, e faz dele o que quer!
Haja o que houver, do meu amor esse garoto foi o rei.
Digam a ele que com corpo e cabeça eu sempre o amarei.
A marca desta lágrima testemunha que eu o amei perdidamente.
Em suas mãos depositei a minha vida e me entreguei completamente.
Assinei com minhas lágrimas cada verso que lhe dei,
Como se fossem confetes de um carnaval que não brinquei.
Mas a cabeça apaixonada delirou, foi farsante, vigarista, mascarada,
Foi amante entregando-lhe outra amada,
Foi covarde, que amando nunca amou!
A: Pedro Bandeira.

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Ter Um bom Dia

Mesmo que te surjam contratempos, afirma hoje, com convicção: Este dia é bom.
Nele vejo condições de bem pensar e agir.
Cada hora, cada minuto é abençoado e precioso.
Deus, que me vê e protege, dá-me este dia para que eu progrida e seja feliz.
Assim, farei das dificuldades um caminho para o meu equilíbrio, do nervosismo um meio de obter a calma e das desavenças uma força para a paz.
Estou pronto para amar, descobrir soluções e conviver com pessoas difíceis.
Dize isso para ti, pois, se dependes dos dias e das suas ocorrências, mais eles dependem de ti e são como sejas ou faças.O dia é tua fisionomia.O dia é bom para quem é bom para si mesmo.
Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita das tuas palavras...
E do teu silêncio.
A: Não identificado por mim.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Truques Em Nome Do Amor

Um casal de velhinhos a que, chamaremos Sr. Matias e Sra. Carmem foram ao médico. A Sra. Carmem precisa de uma consulta e o Sr. Matias apenas a acompanhava. Antes que saíssem, ela deu uma cutucada no marido e ele então se lembrou de perguntar ao terapeuta se eles ali tratavam do ouvido, porque a mulher achava que ele estava ficando surdo. Diante da negativa _ eles não tinham terapia para a surdez, o velhinho olhou para mim e fez sinal de que a sua mulher estava ficando maluca. Aí sorriu com cara de moleque, piscou e foi embora. E tanto eu quanto o terapeuta ficamos com a certeza de que nem a velhinha estava ficando maluca nem o velhinho, surdo.
Era provavelmente, um caso típico da idade: a idade deles e a do casamento. Àquela altura o velhinho só estava a fim de ouvir o que lhe era conveniente, daí que surgiu uma surdez providencial que o ajudava a manter a união.
E, assim, de pequenos truques e abnegações, com uma pequena surdez aqui, uma paralisia ali, uma cegueira acolá, todas muito convenientes (mas todas com limites, claro) a gente vai levando essa coisa estranha chamada amor e essa coisa praticamente inviável chamada casamento.
O velhinho surdo é que está com a razão.
(Texto adaptado de uma leitura de jornal).
Por: Ligia.

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É Assim Que Funciona

Cada dia é uma pagina em branco no diário da minha vida. A caneta está em minhas mãos, mas as linhas não serão todas escritas da forma como eu escolher, tipo assim, a mente não está sincronizada com a velocidade dos dedos.
Mas, muitas coisas estão no meu controle e sobre isso, há algo especial que você precisa saber. Escrevo o diário e preencho as paginas com palavras vindas do meu coração. Sigo meus sonhos. Trabalho com empenho. É tudo que posso exigir de mim.
Divirto-me revivendo cada situação. Sou verdadeira. Tenho fé. Não perco tempo, com as coisas que não tenho. Dedico um espaço especial aos meus amigos, que são o tesouro da minha vida. Descrevo nas minhas linhas o que faço de melhor (ou penso que faço).
Por fim descubro que a vida é bela e, nem sempre eu percebo isso. Acabo não sabendo de mim e daquilo que parece ser... Eu me perco em meus delírios. Deixei que a vida me vivesse e perdendo-me da vida, essa mesma vida perdeu-se. Agora estou aqui achando que sou poeta. Ah, santa ingenuidade! Tenho que rir...
A: Ligia.

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